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Boa leitura!


Pet shops de pelo menos 35 cidades dos EUA baniram a

venda de filhotes e estimulam a adoção de cães e gatos.


Pet shops de pelo menos 35 cidades dos EUA atenderam aos pedidos de grupos pelos animais e baniram a venda de filhotes, conscientizando possíveis compradores a respeito da adoção.

 

De acordo com matéria publicada no site da UPI, centenas de donos de comércios da nação já pararam de vender animais e algumas cidades estão proibindo, por lei, a venda de cães, gatos e outros bichos pequenos.


O apelo por “pet shops amigas dos animais” foi promovido pela Humane Society dos Estados Unidos, a maior organização americana de proteção animal. “Essas lojas dão um exemplo positivo de responsabilidade que outras empresas deveriam seguir”, disse a diretora da campanha antifábrica de filhotes da HSUS Stephanie Shain. “Pet shops que se beneficiam da indústria cruel de filhotes precisam fazer a coisa certa e parar de vender animais. Abrigos do país todo estão lotados de animais que precisam de um lar.”

 

Esse mês, a Câmara da cidade de West Hollywood votou de forma unânime para banir a venda de gatinhos e cachorrinhos, enquanto a cidade de São Francisco está debatendo a questão em um nível muito mais abrangente. Em West Hollywood, Califórnia, que em 2002 mudou a lei municipal para referir-se a cães e gatos como companheiros e não pets, as lojas terão autorização para vender animais de abrigos do sul do estado, mas não animais vindos de criadouros comerciais.

 

Já São Francisco propôs uma lei que tornaria ilegal a venda de qualquer animal. “As pessoas compram animais pequenos no impulso, sem saber onde estão se metendo, e os animais acabam em abrigos, sendo frequentemente sacrificados”, disse a congressista Sally Stephens. “É isso que queremos abolir.”

 

Críticos dizem que a lei de São Francisco vai além do apelo para acabar com fábricas de filhotes e exploração animal. Alguns dizem que deveria existir um período para o possível consumidor pensar antes de adotar um animal, evitando o impulso do momento. Outros dizem ainda que proibir a venda de animais irá apenas criar um mercado negro na área.

 

São poucas as lojas que ainda vendem animais e o hamster é a maior vítima das compras por impulso. Não existem grupos de resgate para hamsters e quase todos os roedores rejeitados acabam sacrificados.


“É definitivamente uma preocupação”, disse Rebeca Katz, diretora da San Francisco Animal Care and Control. Não existem argumentos a favor de fábricas de filhotes, que criam milhões de animais por ano em condições chocantes e cruéis, sendo que muitos desenvolvem problemas psicológicos sérios ou danos permanentes à saúde. Animais de criadouros são abusados e abandonados quando ficam velhos ou “menos ativos”, e os filhotes crescem em pequenas gaiolas ou canis sem oportunidade de socialização ou contato com humanos.

A Humane Society diz que de três a nove mil pet shops vendem filhotes, principalmente por meio de websites atraentes.

 

“As pessoas vêm um filhotinho fofo numa gaiolinha, mas não veem onde ele foi criado e as condições degradantes em que seus pais vivem”, disse Kim O’Brien, sócio da Uppity Puppy de Oakland, Michigan.

 

 

Fonte: http://www.upi.com/

18/07/2010  United Press International





Declaração Universal de Bem-Estar Animal

A Cão Viver, uma afiliada da WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal, entra na campanha para aprovação da Declaração Universal de Bem-Estar Animal (DUBEA) junto com Evandro Mesquita e outros famosos. A DUBEA quer influenciar legislações de diversos países, encorajando-os a criar ou a melhorar suas leis voltadas ao bem-estar animal.

 

Declaração Universal de Bem-Estar Animal estabelece o direito à vida, destacando a presença humana como parte de um ecossistema que deve ser reconhecido e respeitado para que haja harmonia e equilíbrio entre as sociedades. Atualmente, mais de um bilhão de pessoas no mundo dependem diretamente dos animais para sobreviver, o que reforça a idéia do bem-estar animal como fator-chave no planejamento de estratégias para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Com o apoio oficial da ONU, a DUBEA seria parte integral dos esforços internacionais em questões como a pobreza, a sustentabilidade ambiental e a saúde humana. (WSPA Brasil)

 

Veja o vídeo com Evandro Mesquita no link http://videos.wittysparks.com/id/1315806796/. Saiba mais no http://www.wspabrasil.org/wspaswork/udaw/ ou acesse direto o site da Declaração www.dubeabrasil.org.

 

Participem!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




 



Remédios que não devem ser dados aos animais domésticos

 

Quando seu animal de estimação estiver passando mal, não o medique. Leve-o ao médico veterinário, pois existem algumas medicações que nunca devem ser administradas ao seu cão ou gato. Afinal, não vale à pena economizar o valor de uma consulta e correr o risco de tê-lo internado por intoxicação (o que vai custar muito mais caro) ou até mesmo perdê-lo.

 

Ácido acetilsalicílico – produtos como a Aspirina®, o AAS®, o Doril® e o Melhoral® contêm essa substância. O ácido acetilsalicílico é um antiinflamatório muito tóxico para gatos devido à deficiência de uma enzima hepática que faria a eliminação deste composto. Deste modo, os gatos gastam muito mais tempo para metabolizar e eliminar este medicamento, o que o torna muito perigoso para uso nestes animais. De modo geral, seu uso é contra-indicado para gatos (ou deve ser utilizado estritamente sob a supervisão de um médico veterinário).


Nos seres humanos, 1 comprimido de aspirina leva de 3 a 4 horas para ser eliminado do organismo, já nos gatos o tempo médio é cerca de 70 horas.

 

Diclofenaco - produtos mais conhecidos são o Cataflan® e o Voltaren® e são utilizados no tratamento da dor e inflamação no homem. Em cães e gatos o uso desta molécula costuma ocasionar problemas gastrintestinais, como úlceras hemorrágicas no estômago e duodeno, levando a vômitos e diarréia com sangue. Também pode ocorrer insuficiência renal, uma grave lesão nos rins que pode levar à morte do animal. O uso de diclofenaco é contraindicado para cães e gatos.

 

Paracetamol - medicamentos como Tylenol®, Parador® e Acetofen® são usados para combater gripes e resfriados. Seu uso é contraindicado para gatos, pois são mais sensíveis ao paracetamol do que os cães por não conseguirem eliminar com eficiência o medicamento. Um comprimido de 250 mg pode ser fatal para os esses animais. Os principais sintomas de intoxicação são salivação, mucosas de coloração azulada, falta de ar e vômitos, podendo chegar à coma e morte.

Portanto, antes de dar qualquer medicação a seu animal de estimação, consulte o médico veterinário, pois ele conhece o melhor tratamento e as interações medicamentosas perigosas para seu animal.

 

Fonte: Merial Saúde Animal

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Clique aqui para ler a matéria publicada no Informativo do Hospital da Baleia sobre este assunto.

 

Leia aqui o BLOG "Anjos sem Asas"  sobre este assunto.

 



Ciências sem Cobaias - É possível fazer pesquisas científicas sem o uso de cobaias?

 

 

 


 


Cães de Terapia - Você conhece os cães de terapia?



As pontes do Arco-Íris

O PEQUENO FILHOTE E O CÃO MAIS VELHO ESTAVAM DEITADOS À SOMBRA, SOBRE A GRAMA VERDE, OBSERVANDO OS REENCONTROS.
ÀS VEZES UM HOMEM, ÀS VEZES UMA MULHER, ÀS VEZES UMA FAMILIA INTEIRA, SE APROXIMAVA DA PONTE DO ARCO-ÍRIS , ERA RECEBIDA POR SEUS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO COM MUITA FESTA E, CRUZAVAM JUNTOS A PONTE.

O FILHOTINHO CUTUCOU O CÃO MAIS VELHO E DISSE: “OLHA LÁ. TEM ALGUMA COISA MARAVILHOSA ACONTECENDO”.

O CÃO ADULTO SE LEVANTOU E LATIU: “RÁPIDO! VAMOS ATÉ A ENTRADA DA PONTE”.

“MAS AQUELE NÃO É O MEU DONO”. CHORAMINGOU O FILHOTINHO, MAS OBEDECEU.

MILHARES DE ANI MAIS DE ESTIMAÇÃO CORRERAM  EM DIREÇÃO AQUELA PESSOA VESTIDA COM ROUPAS SUJAS E SUADAS, QUE CAMINHAVA EM DIREÇÃO À PONTE.

CONFORME AQUELA PESSOA ILUMINADA PASSAVA POR CADA ANIMAL, O ANIMAL FAZIA UMA REVERÊNCIA COM A CABEÇA EM SINAL DE AMOR E RESPEITO.

A PESSOA FINALMENTE APROXIMOU-SE DA PONTE , ONDE FOI RECEBIDA POR UMA MULTIDÃO DE ANIMAIS QUE LHE FAZIAM MUITA FESTA.

JUNTOS ELES ATRAVESSARAM A PONTE E DESAPARECERAM.

O FILHOTINHO AINDA ATÔNITO “ AQUELE ERA UM ANJO?”, PERGUNTOU BAIXINHO.

“NÃO, FILHO”. RESPONDEU O CÃO MAIS VELHO.

“AQUILO NÃO ERA SÓ UM ANJO, ERA UMA PESSOA QUE TRABALHAVA  NUM ABRIGO DE ANIMAIS”


ESTA É UMA HOMENAGEM DE TODOS QUE AQUI ESTÃO OU ESTIVERAM.

PACO, LILICA, BRISA, BOB, FERNANDA, MARIA, JUJU, BILLY, TUTU, THOR, BOB, NIKITA, MADONA, DOLLY, ALINE, MERLIN, FAISCA, DIVA, LOLITA, ETC...




Rua 1º de maio, nº. 165, Bairro Braúnas. Telefone: (31) 3397-8560 (Primeira Rotatória após o Zoológico da Pampulha - BH / MG)