ONG Cão Viver
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Fonte: Patas pra que te quero

Publicado em 18/05/2016

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Marisa Catelli e Denise Menin: diretora e fundadora da Cão Viver não medem esforços para garantir a saúde e o bem estar dos animais abrigados

Olhos de gratidão e muita esperança. Quem adentra os portões da ONG Cão Viver, localizada na região metropolitana da capital mineira, presencia tanto carinho e dedicação de funcionários e voluntários aos animais carentes que, sem dúvida, tem a certeza de que o mundo pode ser melhor. Em um terreno de 3000 m², canis foram cuidadosamente construídos para abrigar cães e gatos que, em sua maioria, chegam à instituição em sua pior condição. Caixas de filhotes abandonados na rua, mães doentes  e desnutridas, cães entregues à própria sorte na velhice, animais vítimas de todos os tipos de violência física e emocional. Muitos deles, permanecem no local indefinidamente, pois nunca são escolhidos pelos adotantes. Esses são os inúmeros habitantes da rua 1º de Maio, 165, no bairro Boa Vista, em  Contagem (MG). Desde sua inauguração, em 2003, o abrigo que atualmente conta com 120 cães e 60 gatos, já perdeu as contas de quantas vidas foram salvas ao longo de anos de muita luta e persistência. O projeto nasceu do desejo de alguns amigos, entre eles Vicente Martins, Denise Menin e Marlene Moreira, de mudar a triste realidade de seres tão sofridos. “Minha irmã é veterinária e sempre ajudou muitos animais de rua. Até que um dia nos reunimos e decidimos alugar um espaço para abrigá-los”. No sítio encontrado, já havia uma estrutura mínima com canis telados, tendo em vista que a proprietária mantinha várias jaguatiricas no local.  “Quando chegamos aqui  pela primeira vez, até nos emocionamos. O lugar era perfeito para o que precisávamos”, diz Denise.

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Na Cão Viver, 180 animais resgatados da rua aguardam por um lar

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Na Cão Viver, 180 animais resgatados da rua aguardam por um lar

Sem contar com o auxílio de nenhum recurso público, a ONG sempre se manteve por meio de parcerias, doações e ações que promove para arrecadar verba. Somente com alimentação, atualmente são gastos 800 quilos de ração por mês. O custo médio mensal de um animal é de R$ 150 a R$ 250. Ainda assim, a equipe mantenedora conseguiu comprar o imóvel alugado e montar toda a infraestrutura do local, que conta com canis, creche, maternidade, espaço para terceira idade, quarentena, gatis, enfermaria, banho e tosa, playdog, consultório veterinário e moderno bloco cirúrgico. “Realmente, nunca medimos esforços para garantir a saúde e o bem estar dos animais abrigados. É um trabalho que não tem fim, que nos consome. Mas cada vida que salvamos faz o nosso esforço valer a pena”, diz Mariza Catelli,  diretora da instituição.

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A instituição conta com canis, creche, maternidade, espaço para a terceira idade, quarentena, enfermaria, consultório veterinário e moderno bloco cirúrgico

Para dar conta do recado, a Cão Viver possui uma equipe com 25 voluntários e 5 funcionários, que diariamente cuidam da higienização do espaço e dos cuidados necessários com alimentação e medicação dos animais. Contudo, como a demanda é infinitamente maior do que a disponibilidade de vagas que a casa tem, o desgaste emocional dos ajudantes também é enorme, e muitos não conseguem dar sequência às atividades. “É muito difícil ver um animal em extremo sofrimento e não ter a mínima condição de colocar mais um para dentro. Dizer não a um pedido de ajuda é realmente aterrador”, diz Mariza. Outro agravante é o baixo índice de adoção de animais sem raça definida, considerando que muitos optam pela compra. Esse não foi o caso do casal Nívea Bragança e Fabian Santos que escolheram adotar. A história de amor por Floquinho foi tão grande que há dois meses o casal visita a cadelinha todos os sábados na instituição, e leva até marmita. “Trago sempre fígado e outros alimentos para fortalecê-la”, diz Nívea. Quando a viu pela primeira vez, em fotos publicadas no site da ONG, magra, doente e amamentando 5 filhotes, não teve dúvidas. “Ela seria nossa nova filha. Estamos muito felizes”. Outra que tirou a sorte grande foi a cadelinha Bolinha, que levada à instituição por um voluntário para realizar tratamento, teria de retornar à ruas por não ter para onde ir. Sua história mudou, quando o casal Marina Teixeira e Eurípedes Bruschi a escolheram para ser o seu primeiro animal de estimação. “Para nós não faz sentido comprar um animal, sabendo que inúmeros estão abandonados. O amor e a gratidão são os mesmos”, diz Eurípedes.

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Resgatada da rua doente e com 5 filhotes, a cadela Floquinho teve uma nova chance: “Será nossa nova filha”, diz Fabian Santos e Nívea Bragança

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O casal Marina Teixeira e Eurípedes Brushi, mudou a história de Bolinha: “Para nós não faz sentido comprar um animal, sabendo que inúmeros estão abandonados”, diz Eurípedes

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Gatis telados e confortáveis para abrigar os bichanos

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A equipe do Patas Pra Que Te Quero agradece à Cão Viver, pela oportunidade de presenciar um trabalho tão grandioso

Ajude a Cão Viver:

*Entre no site e saiba como realizar doações, apadrinhar animais, ser voluntário ou adotar.

*Outra forma de ajudar a instituição é utilizando os serviços prestados: consultas, castrações, vacinas e cirurgias são realizadas a baixo custo.

Faça parte dessa rede de solidariedade!

Colaboração: Solange Santos e Alexandre Costa

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