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Você sabia que não podem lhe proibir de ter cachorro em prédio?
Publicado em 10 de setembro de 2016

Muito menos de passear com ele pelas áreas comuns ou pegar elevador. Saiba quais seus direitos e deferes para poder defender melhor o seu amiguinho.

A cada dia que se passa mais e mais pessoas se rendem aos encantos dos bichinhos de estimação que tanto trazem amor, alegria e até qualidade para nossas vidas.

Mas nem todo mundo mora em uma casa grande, com um gramado enorme, ampla área de lazer e todas as outras coisas que vemos comumente nos cinemas. Alguns de nós – que amam animais – simplesmente moramos em apartamentos. E é aí que começam as dúvidas.

Via de regra ninguém é obrigado a gostar de cães, gatos e companhia. Assim como ninguém é obrigado a tolerar a falta de educação de crianças sem boa criação, de vizinhos que pensam apenas em si mesmos ou gostos musicais que dividem um andar com você. Morar em prédio, antes de qualquer coisa, exige que se respeite o direito do outro.

Nesse cenário – onde cada vez mais pessoas adotam um bichinho como parte da família ao mesmo tempo que casas são trocadas por apartamentos por conta das vantagens (como segurança) – muitas dúvidas surgem e discussões entre condôminos podem acontecer.

Mas, afinal, condomínios podem proibir animais?

Obviamente não. Ter um animal é parte do seu ‘direito de propriedade’ e nenhum síndico ou mesmo proprietário de casa ou apartamento pode interferir nas coisas que você pode ter (desde que, obviamente, não seja nada ilegal). Dizer que você “não pode ter um cachorro” ou que “tem que escolher entre o gato ou o coelho” é como lhe proibir de ter um sofá.

Tentando embasar argumentos fúteis, algumas pessoas citam o estatuto do condomínio, afirmando que as regras proíbem animais. Pois bem, tal estatuto é insignificante quando comparado à Constituição Federal (Art. 5º, XXII e Art. 170, II) e ao Código Civil, que lhe garantem o direito à propriedade.

É importante também lembrar que se um animal mora em um condomínio há mais de cinco anos e jamais causou problemas, nenhuma convenção de moradores poderá criar regras que o impeçam de continuar a vida que sempre teve simplesmente porque esse – mesmo que votada a proibição de sua permanência em área comum – usufrui de um direito adquirido.

Os vizinhos, caso discordem, precisarão entrar na Justiça e apenas um juiz poderá determinar a remoção do animal. Porém, é importante mencionar, a maioria dos casos tem resultados favoráveis à permanência dos pets em suas vidinhas rotineiras.

E isso independe o tamanho do animal: pode ser pequeno, médio ou grande.

Claro que, em contrapartida, é extremamente necessário que o responsável pelo bichinho garanta que ele não cause transtorno a outros moradores e nem suje as áreas comuns do prédio. Se, por exemplo, ele for agressivo e representar um risco para a vizinhança então a possibilidade de um juiz ordenar a mudança do animal é grande.

Outro ponto importante a citar é que cães dóceis não são obrigados a usar focinheira porque isso agride a dignidade do animal e pode configurar crueldade (Art. 32 da Lei Nº 9.605/98 e art. 3º, I do Decreto Nº 24.645/34).

Outro ponto importante é salientar que o Artigo 5º da Constituição – ao abordar o direito de ir e vir – deixa a utilização do elevador pelo animal (desde que acompanhando pelo dono e esteja com uma guia curta que proteja terceiros dele) livre. Obrigar alguém a usar as escadas por conta de um pet é constrangimento ilegal (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40) e maus-tratos (Art. 32 da Lei Nº 9.605/98 e art. 3º, I do Decreto Nº 24.645/34).

Da mesma forma nenhum condomínio pode obrigar o dono a levar seu bichinho no colo incorrendo, mais uma vez, em crime de constrangimento (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40).

É também garantido pelo Artigo 5° da Constituição Federal que, desde que não apresente riscos à saúde, sossego e segurança dos moradores, o animal pode transitar normalmente pelas áreas comuns do prédio desde que suas fezes sejam recolhidas (Art. 10 da Lei Nº 4.591/64, Art. 1.336, IV da Lei Nº 10.406/02, Art. 32 da Lei Nº 9.605/98 e Art. 3º, II do Decreto Nº 24.645/34).

Também é importante os donos providenciarem para que seus animais não incomodem os vizinhos com ruídos e não dificulte a vida dos demais moradores (Art. 42, IV do Decreto-Lei Nº 3.688/41).

É absolutamente ridículo como algumas pessoas acham que podem decidir o que você pode ou não fazer e usando de falácias maliciosas tentam lhe fazer abrir mão de direitos constitucionais. Você pode ter dois cachorros, um gato e cinco periquitos no seu imóvel: não atrapalhando ninguém, é um direito que lhe assiste. Nunca permita que digam o contrário.

Em caso de ameaças contra o animal, envenenamento ou proibições ilegais, a vítima deve imediatamente procurar a Polícia Civil e lavrar um boletim de ocorrência sobre o caso por configurar constrangimento ilegal (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40) ou até ameaça (Art. 147 do Decreto-lei Nº 2.848/40).

E, obviamente, se o proprietário do bichinho tiver mais de 65 anos qualquer um desses crimes se torna ainda mais grave porque incorre em desrespeito ao Estatuto do Idoso.

Então se você tem um animalzinho bem comportado, não há nenhuma razão para se preocupar: você tem direitos adquiridos e de propriedade. Se você for constrangido, deve denunciar. E se for idoso, a situação piora ainda mais. Mesmo assim nunca se esqueça: é sua obrigação manter seu amigo na coleira, recolher seus dejetos e respeitar seus vizinhos.

E assim todos podem continuar vivendo felizes.

Fonte: http://www.blumenews.com.br/n/comunidade/geral/4700/voce-sabia-que-nao-podem-lhe-proibir-de-ter-cachorro-em-predio

Problemas oculares nos cachorros: saiba quando levá-los à clínica veterinária
Publicado em 3 de setembro de 2016

Os olhos dos animais de estimação podem sofrer com doenças parecidas com as nossas, e só na clínica veterinária o diagnóstico pode ser feito

Depois do olfato e da audição, a visão é o sentido mais importante dos nossos cachorros, e, embora eles sejam capazes de enxergar menos cores e menos detalhes do que nós humanos, o conjunto de sensações estabeleceu uma relação milenar de amizade incondicional com os homens. É por conta dessas limitações e dos laços de união que os cães precisam de cuidados especiais para os olhos não adoecerem.

Todos os cães podem apresentar problemas nos olhos, até mesmo o saudável vira-lata, mas algumas raças são mais propensas do que outras, como Sharpei, Pug, Poodle, Beagle e Rottweiler. Animais de pelos claros também podem sofrer com manchas na região, causadas por secreções que grudam na pele e a tornam escurecida, embora isso não seja um problema de saúde, apenas de beleza.

Assim como você, quando o seu pet se levanta pela manhã, é comum que ele tenha um pouco de remela de cor amarela no canto dos olhos. Essa presença é comum, mas, se houver mais secreção que o normal, somada a sintomas como vermelhidão e dificuldade de andar sem esbarrar nos móveis, nas paredes e nos objetos, você vai precisar procurar a clínica veterinária para saber o que está acontecendo com ele.

OLHOS EM ORDEM COM DEDICAÇÃO DIÁRIA E VISITAS À CLÍNICA VETERINÁRIA

As doenças que acometem os olhos dos pets são semelhantes aos problemas que podem atingir os homens, bem como os cuidados necessários para evitá-los. Para isso, você precisa limpar todos os dias essa região com uma gaze ou um algodão com água morna ou soro fisiológico até amolecer e retirar as secreções, com atenção para não deixar entrar nenhum fiapo de material que possa irritar os olhos do animal. Se for necessário, prenda os pelos mais longos no topo da cabeça do seu cão com um elástico para que eles não atrapalhem a higienização correta.

Os cuidados com essa área sensível também são necessários na hora do banho, seja em casa ou no Pet Shop: os olhos do seu bichinho precisam estar protegidos com pomadas específicas para a área, indicadas por veterinários, e o shampoo usado para a cabeça não pode causar irritações e vermelhidão. Se a opção for por levar o animal ao banho e tosa, procure conversar com os funcionários para saber como tudo é feito e demonstre a sua preocupação.

No entanto, a atitude mais importante para que o seu pet não sofra com doenças nos olhos é fazer o check-up regularmente com um oftalmologista canino, que pode avaliar as fragilidades da raça, histórico familiar e fatores ambientais. Se vocês tiverem que encarar uma situação dessas, é preciso seguir o tratamento à risca e abolir os métodos caseiros, para que as chances de cura sejam efetivas ou para que a qualidade de vida seja mantida.

Agora que você já sabe como prevenir as doenças caninas que podem atingir o seu animal de estimação, conheça os sintomas de cada uma:

CONJUTIVITE

Se o seu cão está com o olho avermelhado, ele pode ter sido infectado por bactérias ou por vírus causadores da conjuntivite, que entraram em contato com essa região do corpo por meio da poluição do ar ou devido a ações climáticas. Além desse sintoma, a conjuntivite nos cachorros pode ter inchaço nos olhos, pálpebras superiores inflamadas, secreção de cor amarela ou esverdeada, lacrimejamento e irritação frequente. O tratamento é simples, com limpeza com soro fisiológico e a aplicação de colírios prescritos pelo veterinário diariamente. Se a doença estiver muito avançada, o médico também pode recomendar antibióticos. A doença não é contagiosa, e, se você possuir outros animais em casa, eles podem manter contato, desde nenhum deles toquem nos olhos do cão com conjuntivite.  Se for necessário, use um cone de pescoço.

CATARATA

A catarata é o principal motivo de cegueira nos cachorros, e, por isso, merece atenção especial! As origens são variadas, podendo ser genética, diabética, traumática ou secundária à degeneração da retina. Essa doença torna o cristalino opaco por causa da morte das células e forma uma mancha de cor esbranquiçada no centro do olho do seu cão, bloqueando a passagem de luz e a visão. Se o seu pet for diagnosticado com essa doença, ele vai precisar passar por uma cirurgia e colocar uma prótese que substitui o tecido natural dos olhos. A catarata pode se manifestar ao nascer, na juventude e na velhice, principalmente nos animais de pequeno e grande porte, e, se esse for o caso do seu cão, você deve optar pela castração para que a doença não se espalhe para os filhotes.

GLAUCOMA

A doença é grave e pode cegar se não receber os devidos cuidados. Ela acontece quando há um aumento da pressão sanguínea dentro dos olhos, o que acaba afetando o nervo e a retina do bichinho, principalmente quando ele começa a envelhecer. Geralmente, os donos só percebem o problema quando o cachorro vai ficando com os olhos turvos e esbranquiçados, as pupilas dilatadas e dificuldade de enxergar, mas, quando descoberta no início, pode ser revertida com uma drenagem. Na clínica veterinária, o especialista vai precisar fazer uma análise da pressão intraocular e um exame de fundo do olho para confirmar o diagnóstico e receitar colírios, que devem ser usados regularmente por toda a vida do seu pet.

Autora: Bruna Pelegrini – Vet Quality

Como lidar com a perda do seu melhor amigo?
Publicado em 29 de julho de 2016

Nosso melhor amigo, na maioria das vezes, é o nosso cachorro. Infelizmente, cães têm uma vida mais curta que a nossa, o que nos deixa sem chão quando pensamos em que um dia iremos perdê-los. Só quem já perdeu seu melhor amigo sabe a dor que é não o ver mais. Pior ainda é quando temos que contar a notícia para crianças. Essa experiência não é das melhores, e parte o coração ver uma criança chorar por saudades de um cãozinho.

O objetivo deste artigo não é te deixar triste, nem te fazer chorar. A ideia é passar a mensagem de que todo esse processo, apesar de doloroso, é natural e necessário quando se tem um cachorro. Somo seres humanos, e essa dor com a perda é comum, devemos passar pelos estágios do luto pela perda de forma natural e da forma que mais lhe for conveniente. Cada pessoa enfrenta a dor pela perda de uma maneira diferente, peculiar, e isso é bom!

Às vezes você já sabe que seu melhor amigo está prestes a partir. Seja por doença ou por idade avançada, o melhor é já irmos nos preparando. Caso seu peludo esteja internado, visite-o, leve suas crianças para que já comecem a entender o processo natural da vida, e, quem sabe, aceitar melhor o que está prestes a acontecer.

Algumas pessoas fazem velórios para seus cães, converse com um veterinário para saber o que pode ser feito. Outras pessoas têm caixas de recordações, onde guardam objetos ou fotos do cãozinho. E o que fazer com o corpo? Algumas pessoas enterram no quintal, outra opção é pedir ajuda a um veterinário e também avisar o Controle de Zoonoses da Cidade, para que eles possam fazer uma incineração. Se o seu cão tiver registro, é importante avisar o Controle de Zoonoses também.

Após passar por todo o processo de luto pela perda do seu melhor amigo, o recomendado é adoção. Você não estará traindo seu cãozinho, pelo contrário, estará proporcionando a algum outro cachorro a oportunidade de ter um lar, uma casa, um família que possa dar a ele todo o amor e cuidados necessários.

Chega a ser egoísmo de nossa parte não adotar um cãozinho abandonado ou sem lar. Já imaginou todas as coisas que esse peludo poderia ter em sua casa, mas nunca na rua ou em um abrigo? A simples experiência de um banho pode ser algo fantástico para esse cachorro que talvez nunca teve a chance de tomar um banho decente. Existem várias formas de dar banho em seu cachorro, e talvez você esteja mais acostumado em banhar seu amigo que agora é uma estrela e já partiu. Mas clicando aqui você vai poder aprender um pouco mais sobre qual tipo de banho, ou com qual frequência deve-se dar banho para os diferentes tipos de cachorro. Dessa forma, vai poder oferecer ao seu novo cãozinho a chance de se experimentar uma vida melhor e mais digna.

Adotar um cão após a morte de um outro não pode ser entendido como traição, mas, ao invés disso, amor genuíno aos animais!

Mas caso ainda não pense em adotar, comece apadrinhando um peludo, doando amor. Existem muitas organizações não governamentais que abrigam, cuidam de cães abandonados e precisam de toda ajuda e suporte. Doe produtos, remédios, material de limpeza, dinheiro, ração, petiscos. Seja voluntário na causa, ajude! Encontre uma forma de fazer com que a vida desses cachorros seja melhor. E quando estiver pronto, quando tiver superado completamente a dor da perda, adote, dê a chance para que outro cão saiba o que é ser amado e amar.

Autora: Vania – Autora Blog Animais Amigos

Cruzamento entre cães – o que fazer e o que não fazer
Publicado em 7 de abril de 2016

O cruzamento de cães é algo que deve ser feito com alguns cuidados para ter a certeza de que a cadela e seus filhotes ficarão saudáveis. Não é recomendado que se faça o cruzamento entre pais e filhos (atividade que muitos criadores fazem na tentativa de aperfeiçoar a raça). Sendo assim, deve-se separar a fêmea do macho na altura do cio.

Deve-se esperar até que as cadelas cresçam e fiquem maiores e mais velhas (2 cios em cadelas de grande porte, 3 cios se forem de pequeno porte), para que a cadela esteja bem desenvolvida. Assim, maiores complicações no seu parto serão evitadas.

O desmame dos cães deve ser feito entre 30 a 45 dias após o parto, dependendo do tamanho da raça. Depois disso, deve-se ir habituando-os gradualmente à ração. Nunca dê leite de vaca aos filhotes porque tem maior teor de gordura.

Cruzamento entre raças

O cruzamento entre raças não deve ser feito nunca e por vários motivos. Primeiro, podem surgir alguns problemas congênitos que não são normais na raça de origem. E muitas outras complicações, tais como maior tendência a doenças cardíacas, fraca estrutura óssea, entre outras.

Alguns cruzamentos entre raças:

Welsh Corgi + Husky

welsh_husky

Dachshund + Golden Retriever

dachshund_golden

Yorkshire Terrier + Poodle

yorkshire_poodle

Pastor Alemão + Chow Chow

pastor_chowchow

Conclusão

Os cruzamentos entre cães devem sempre ser feitos entre cães da mesma raça, adultos, e a cadela não deve ter acasalado já muitas vezes, porque esse processo cria um desgate e uma tensão muito grande no corpo da cadela. Deve ser sempre feito com a supervisão de um criador especializado ou alguém que entenda bem de cães. Lembrando que é recomendado que se tenha a certeza de que ambos os cães possuem as vacinas em dia.

 Referência e imagens: www.meuspets.com

Autor: Ricardo Pereira – http://comoadestrarcaogato.com/

Aprenda como cuidar dos olhos do seu pet
Publicado em 28 de novembro de 2015

A oftalmologia animal é uma área que tem ganhado cada vez mais a confiança dos donos dos pets. Há alguns anos, essa especialidade não era tão evoluída e, por isso, não possuía muitos recursos para tratar os problemas oftalmológicos dos peludos. Essa falta de recursos e conhecimento na área poderia fazer com que um problema de vista simples em um peludo resultasse na perda da visão.

Para evitar futuros problemas oftalmológicos no seu peludo, é interessante fazer uma limpeza de duas a três vezes por semana. Isso pode ser feita com soro fisiológico, gaze e um pente antipulgas para pentear a região e ajudar a eliminar as remelas que vão acumulando ao redor dos olhos. Em pets com pelos mais claros, essas manchas ficam muito evidentes, e é possível perceber em alguns casos uma secreção amarronzada; porém, não é necessariamente uma doença, muitas vezes é apenas a reação da secreção com a luz. O que se pode fazer para evitar essas secreções é incluir alguns suplementos na alimentação do seu peludo.

Alguns cuidados, além da limpeza citada acima, podem ser tomados pelos próprios donos de qualquer espécie ou raça de pet, são eles:

  • Nunca deixe o seu peludo na janela do carro, caso contrário, os olhos dele ficarão muito secos e irritados, facilitando a ocorrência de lesões;
  • Use sempre shampoos indicados para a espécie. O uso de um shampoo infantil, como o Johnson’s Baby “Chega de Lágrimas”, também é uma ótima opção para lavar regiões próximas aos olhos;
  • Ao secar o seu pet com secador, procure não direcionar o vento para a região dos olhos. Caso você o leve ao petshop, peça aos funcionários que tomem esse cuidado também;
  • Para as raças de pelo longo, evite deixar os pelos caírem nos olhos;
  • Em hipótese alguma medique seu pet sem recomendação veterinária.

Mesmo com esses cuidados, é importante sempre observar os olhos do seu peludo para analisar se tem algo diferente; caso ele tenha algum dos sintomas abaixo, é essencial a procura de um veterinário:

  • Olhos avermelhados ou esbranquiçados;
  • Olhos fechados ou piscando muito;
  • Manchas nos olhos;
  • Sensibilidade à luz;
  • Lacrimejamento ou secreções;
  • Olhos com manchas de sangue.

Algumas vezes o problema pode não ser visível, portanto é importante observar também se o seu pet não está batendo nos objetos da casa, encostando nas paredes ou com alguma alteração no comportamento, como principalmente irritabilidade. Nesse caso também é importante que você leve o seu pet ao veterinário de confiança.

Geralmente um oftalmologista veterinário é procurado quando um veterinário especializado em clínica geral necessita de assistência para solucionar algum problema de vista que não seja do seu conhecimento. Porém, o ideal é que você leve o seu bichinho de estimação, a partir dos 6 anos de idade, para consultas oftalmológicas anualmente, para, além de diagnosticar algum problema que venha a surgir, prevenir muitos deles. Lembrando que, caso o seu pet possua predisposição a desenvolver proptose do bulbo, como cães da raça Shih Tzu, é necessário um cuidado ainda maior quando se trata de problemas oftalmológicos.

É importante então ficarmos atentos para algum problema que possa ocorrer nos olhos dos nossos pets e, além disso, ter o costume de fazer uma limpeza periódica. Seguindo esses conselhos, caso seu peludo comece a sofrer de alguma doença oftalmológica, você descobrirá na fase inicial, o que resulta em um tratamento muito mais barato para você e mais tranquilo para o seu pet.

Autora: Ana Reis

Fontes:

http://www.farejadordecaes.com.br

http://www.cao-feliz.com/

Adestramento X Terapia Comportamental
Publicado em 14 de novembro de 2015

O convívio dos seres humanos com os cães é considerado um dos mais estreitos e intensos entre espécies diferentes. Na maioria das vezes, esses cães são considerados parte da família, porém, quando têm um comportamento inadequado, muitas vezes são abandonados pelos donos, que não conseguem entender o comportamento e a cabeça do seu bichinho de estimação e preferem abandoná-lo ao invés de procurar ajuda profissional.  

Alguns dos principais problemas de comportamento reportados são:

  • Agressividade

A agressividade pode ser contra pessoas, outros cães ou outras espécies de animais. A causa da agressividade é muitas vezes devido à tensão que esse animal sofre, podendo ser emocional, dor, ambiental etc.  

  • Ansiedade da Separação

Essa ansiedade é causada devido à separação do animal de seu dono, como quando são deixados sozinhos em casa. Na maioria das vezes, a ansiedade resulta em comportamentos destrutivos, vocalizações excessivas, defecações e micções inapropriadas.

  • Comportamentos Destrutivos

Esse comportamento é resultado, geralmente, de um espaço limitado para o animal ou devido à ansiedade da separação.  

  • Eliminações Inapropriadas (Fezes e Urina)

O distúrbio de eliminação das fezes ou urina em lugares inapropriados pode ser resultado também da ansiedade da separação, assim como da procura de atenção ou marcação do território, que é mais comum no caso dos machos que não foram castrados quando filhotes.

Quando um animal de estimação se encontra com algum desses problemas, é imprescindível uma consulta veterinária para que o profissional possa analisar qual a real necessidade do animal. Às vezes, o dono procura um serviço de adestramento, quando na verdade o animal está precisando de uma Terapia Comportamental.

O adestramento é o emprego de técnicas para ensinar o animal a responder perante um determinado comando ou gesto. Sendo muito úteis no dia a dia, como, na hora de passear, ele andar junto ao dono ou quando uma visita chega e ele não sobe no sofá pulando na visita e querendo chamar atenção. Porém, nem todo cachorro aprende a se comportar de maneira adequada apenas com o adestramento.

Portanto, quando o mau comportamento do animal está relacionado a problemas psicológicos ou até mesmo a desequilíbrio emocional, a terapia comportamental é essencial para que o animal se comporte de maneira adequada e seja feliz com o seu dono. Nela, não são utilizados comandos, o mais importante na terapia comportamental é o entendimento da psicologia canina. Além dessa avaliação psicológica, são avaliados também o comportamento do dono e o ambiente onde o animal vive. Com a avaliação desses três fatores, é possível descobrir a causa do mau comportamento do animal. E, atuando na causa, é possível corrigir o problema de maneira definitiva.  

A maioria dos problemas de mau comportamento dos animais de estimação ocorre devido à falta de entendimento do dono sobre a psicologia canina. Os cães estão sendo cada vez mais humanizados, porém não devemos nos esquecer de que o comportamento canino difere do comportamento humano em diversos aspectos.

Portanto, quando tiver problemas com o seu mascote, analise a situação melhor e procure, antes de tudo, um veterinário. Esse profissional pode te dar uma noção sobre o porquê do mal comportamento do seu animal e a quem recorrer: se somente um adestramento irá resolver, ou se ele o que ele precisa mesmo é de uma terapia comportamental.

Autora: Ana Reis

Otite: o que é e como tratar
Publicado em 24 de outubro de 2015

Seu animalzinho coça muito a orelha e, invariavelmente, chora quando faz isso? Ele pode estar com otite, uma inflamação na parte externa da orelha, que pode ser crônica ou aguda. Com maior incidência em cães (cerca de 20%) do que em gatos (2%), a doença pode acometer animais de qualquer idade. Leia mais para saber os principais sintomas e como é feito o tratamento.

A otite é mais comum em cães com orelhas longas e caídas, como das raças Cocker Spaniel, Golden Retriever, Cavalier King Charles Spaniel e Basset Hound, porque as orelhas caídas dificultam a entrada de ar e, consequentemente, geram um ambiente mais úmido e mais propício ao desenvolvimento de fungos e bactérias. Pode se manifestar de diversas formas, como infecção (ocorrência de pus, deve ser tratada com antibióticos); fungos (a forma mais comum de otite, caracterizada pela cera com cheiro adocicado); parasitas (ácaros e carrapatos são agentes desse tipo de otite); produção excessiva de cera (pode ocasionar a inflamação) e sarna (também pode desencadear a doença).

Os sintomas em cães podem variar, mas se você perceber comportamentos como coceira intensa nas orelhas, o animal ficar com a cabeça virada para o lado, inchaço das orelhas, perda de audição, dor intensa nas orelhas quando alguém encosta e ferimento atrás das orelhas de tanto coçar, é importante leva-lo ao veterinário com urgência. O tratamento está associado à limpeza frequente das orelhas bem como uso de medicação tópica. É importante respeitar os horários e a quantidade correta de gotas do remédio para garantir o sucesso do tratamento.

Para prevenir a doença, é importante manter a higiene das orelhas do seu pet. Limpar uma vez por semana, fazer uma tosa higiênica no local e manter as orelhas do animal sempre secas são medidas de precaução. Levar ao veterinário frequentemente para check ups também é imprescindível. A incidência de otite é mais comum do que se imagina, portanto, é importante ficar atento ao comportamento do animal, porque ele pode estar sentindo dor e desconforto e, ainda que não tenha como te dizer isso, ele pode demonstrar de diversas maneiras.

Autora: Nicole Alves

Como treinar um cão
Publicado em 26 de setembro de 2015

Assim como as crianças, os cães também precisam de educação e orientação para se comportarem adequadamente. O dono do cão é responsável por tal tarefa. Para ter um cão bem educado e que ouve você, existe um série de elementos básicos a serem atingidos. No infográfo abaixo, cortesia do site Como Treinar Um Cão.com.br, você pode conhecer a essência do adestramento de cães.São atividades que com um pouquinho de dedicação e amor do dono vão resultar num cão muito mais educado, amigo e feliz!.


Adestramento de Cães

Fonte: Adestramento de Cães – O Ponto de Partida

Cuidados com os cães na primavera
Publicado em 12 de setembro de 2015

Setembro é o mês da primavera, estação em que já é perceptível um aumento significativo de temperatura e chuvas mais frequentes. Nesta época, devem ser tomadas uma série de cuidados com os pets, que podem acabar sofrendo com estas mudanças. Veja algumas dicas de como tornar a estação mais agradável para o seu amigo.

Doenças

Primeiramente, é importante verificar se a vacinação está em dia, porque as chuvas favorecem o aumento de leptospirose.

Parasitas

O aumento da temperatura também ocasiona maior proliferação das pulgas, por isso é importante aplicar mensalmente um remédio anti pulgas para prevenir.

Passeios

A atenção também deve ser estender aos passeios, pois como está muito quente não é recomendado passear com o seu animalzinho em horários inapropriados; além de queimar as patinhas ele pode se desidratar. Espalhar vasilhas de água por vários lugares também é uma forma de garantir que ele não ficará com sede.

Banho e tosa

Os banhos devem ser dados com água morna ou fria, e os animais mais peludos devem fazer a sua primeira tosa, ainda que parcial, neste período.

Jardins

Donos que possuem jardins em casa devem redobrar a atenção, porque o ambiente oferece muitos atrativos para alguns animais, principalmente filhotes. Algumas flores são consideradas tóxicas e devem ser evitadas, porque sua ingestão pode levar à morte, como por exemplo: azaleia, antúrio, bico-de-papagaio, calandium ou tinhorão, ciclâmen, comigo-ninguém-pode, coroa-de-cristo, costela-de-Adão, cheflera, crisântemo, dracena, espirradeira, filodendro, hera, hortênsia, kalanchoe, lírio, beladona, trombeta de anjo, mandioca brava, orelha de elefante, mamona, copo de leite, espada de São Jorge, avelós. Os adubos industrializados ou orgânicos também são extremamente tóxicos, e não podem ser ingeridos pelos animais. Por fim, animais como aranhas, abelhas, sapos, rãs, formigas, algumas lagartas e mesmo cobras e escorpiões são comuns nestes espaços, e o animalzinho pode se machucar ao passar por eles ou até mesmo querer brincar.

A primavera é uma estação linda, e tomando os cuidados necessários você e o seu pet poderão aproveitar muito bem. Basta se atentar aos detalhes que muitas vezes deixamos passar.

Autora: Nicole Alves

Cães Idosos – como saber que seu cão está ficando velhinho
Publicado em 22 de agosto de 2015

Você sabia que a contagem de idade do seu cão é diferente da sua? E varia de acordo com o porte do animal e da raça também. Alguns cães alcançam a fase adulta antes, outros demoram um pouquinho mais. Alguns sinais podem te ajudar a perceber se seu cãozinho já é um sênior e, quanto mais cedo você perceber,mais poderá ajudá-lo a ter uma vida mais tranquila e confortável.

Tudo começa quando uns pelinhos brancos na barbicha aparecem, ele não tem mais aquele ânimo de correr atrás da bolinha ou ficar jogando seus brinquedos para todo lado, seus olhinhos ficam meio embaçados e ele esbarra nos móveis, você o chama e ele parece ignorar.Ele pode não estar te ouvindo direito, ou prefere ficar deitado tirando um cochilo, pode ter dificuldades para se levantar ou não estar sempre disposto para fazer longas caminhadas. Outra particularidade é que os cães idosos precisam fazer sua necessidade mais vezes ao dia.

Ao perceber algum desses comportamentos, é indicado que você o leve ao veterinário. Ele vai precisar de uma ração apropriada para sua idade, fazer exames regularmente para saber de sua saúde e precisará de atenção dobrada. Pergunte ao veterinário se ele pode tomar vitaminas para fortalecer seu sistema imunológico e diminua o número de banhos nos períodos mais frios. Isso porque uma gripe comum nos tempos de frio, em cães idosos, pode virar uma pneumonia ou algo mais sério, então aproveite para colocar aquele pijaminha quentinho e evitar que ele tome friagem.

Mesmo diminuindo o ritmo, cães idosos são ótimos companheiros, continuam sendo nossos melhores amigos e, por isso, devemos cuidar deles com muito carinho. Deixe sempre água limpa e fresca, ofereça uma ração de qualidade, dê muito amor e jamais abandone um cãozinho idoso, a idade chega para todos e agora é quando ele mais precisará de você!

Você pode calcular a idade do seu cão aqui:
http://tudosobrecachorros.com.br/2012/02/idade-canina-x-idade-humana.html

Autora: Luanna Morato

Adotei, e agora? Como educar um animal recém-adotado
Publicado em 15 de agosto de 2015

A decisão de adotar um animalzinho pode vir em vários momentos da vida. Muitos adotantes nunca tiveram um cão ou gato e, portanto, podem surgir dúvidas na hora de levá-lo para casa. E agora, por onde começar a adaptação? Veja algumas dicas.

No caso de animais filhotes, é preciso ter um pouco mais de paciência. Geralmente eles fazem xixi ou cocô em lugares diversos, e é um pouco mais difícil determinar o local. O ideal é, no caso dos cães, pegar as necessidades e levar para o local que você quer que seja feito. Quando o cachorro começar a sentir o cheiro e fizer no lugar certo, é só elogiar e dar um petisco. Os gatos, por sua vez, aprendem um pouco mais rápido, porque possuem caixinhas de areia e gostam de esconder as próprias fezes. Dessa forma, colocando as necessidades na caixinha ele irá aprender e também deve ser recompensado quando fizer no lugar certo.

Muitos cães adultos estão acostumados a fazer só no quintal (quando tiver um em casa) ou na rua, na hora de passear. Com os filhotes o passeio não é uma alternativa inicialmente, porque eles demoram um tempo até tomar as vacinas e poderem sair de casa. Passada a parte das necessidades, você terá que arrumar formas de repreendê-lo quando ele fizer algo errado, lembrando que agressão física é uma prática que nunca deve ser adotada! Além de existirem outras formas que não machuquem o animal, ele pode ficar arredio e com medo. No caso dos cães, arrumar uma lata ou algo que faça barulho, seguido do comando “NÃO!” em voz alta pode funcionar. É preciso ser firme nessa hora, para que o animal não ache que você está brincando. Arrumar um recipiente tipo “spray”, para esguichar no focinho também seguido do mesmo comando pode ser outra alternativa.

No caso dos gatos, a repressão é um pouco diferente. Gritos ou agressão não funcionam, eles ficam mais tristes, se afastam mais dos donos e respeitam ainda menos. É importante saber que o gato deve ser repreendido no ato da bagunça, depois não funciona e pode acarretar mais problemas. A técnica do borrifo de água também funciona nesse caso, mas não é preciso dizer nada, apenas borrifar a água no animal e sair. Outra técnica, é jogar chaves ou algo barulhento perto do animal na hora em que ele estiver fazendo a bagunça, perto, e não NO animal. Se ele não ver o dono é ainda melhor, porque ele associará a punição ao ato, e não ao dono.

É importante lembrar que os animais, assim como crianças, não aprendem da noite para o dia. Com o tempo e paciência o animalzinho irá se adequar à você e a à sua casa da melhor forma possível.

Fonte:
http://www.desfavor.com/blog/2013/01/desfavor-explica-educando-gatos/comment-page-1/

Autora: Nicole Alves

O preconceito na hora da adoção
Publicado em 8 de agosto de 2015

Você sabia que no mundo animal também existe preconceito? É comum as ONGs e protetoras verificarem que os animais de cor preta geralmente são os últimos a serem adotados, isso quando o são. No caso dos gatos existe ainda uma situação mais alarmante, porque segundo crenças populares antigas e infundadas os “gatos pretos dão azar”, e ainda há quem utilize os animaizinhos para rituais de sacrifício no mundo de hoje.

É possível perceber então que o “racismo” não existe apenas de humanos para humanos. Em ONGs, quando surgem animais de raça definida, estes são os preferidos e não demoram a serem adotados. Com os vira-latas já existe um preconceito maior, que é ainda mais agravante quando são vira-latas pretos. Marjorie Rodrigues, do grupo OperaCÃO Resgate, de Campinas alega: “Todo mundo quer filhote, branquinho, peludinho, macio e de porte pequeno. Acham que as características físicas do animal vão dizer se ele é ou não mais carinhoso que o pretinho, de pelagem dura, porte médio e adulto”.

Outra categoria de animais que sofrem preconceito, independente da cor, são os adultos.  Muitos não sabem que adotar um animal adulto tem inúmeras vantagens, como, por exemplo um temperamento já definido; o fato de o animal ser mais tranquilo por já ser castrado; saber que ele não vai destruir as suas coisas como um cão filhote (e, portanto, dará menos trabalho para educar); já tem o tamanho definido e geralmente já sabem onde fazer as suas necessidades. Muitos acham que o animal, por ser adulto, não irá acostumar com o adotante como seu dono, mas o que se observa geralmente é o contrário: o cão adulto apresenta uma gratidão ainda maior por ter sido escolhido depois de passar, em alguns casos, anos em abrigos ou na rua.

Na hora da adoção, é importante desprender-se destas coisas e avaliar pela questão de comportamento ou espaço qual o bichinho você acha que irá se adaptar melhor às suas condições. Pode ter certeza que quando você vai adotar um animal, não é você que o escolhe, e sim o contrário, independente de cor ou idade.

Clique aqui e veja esse lindo ensaio da Black Dog Project:

http://f5.folha.uol.com.br/bichos/2015/06/1642822-projeto-mostra-real-beleza-de-caes-pretos-discriminados-na-adocao.shtml

Fonte:

http://correio.rac.com.br/_conteudo/2014/11/capa/campinas_e_rmc/222907-caes.html

https://animaisrespeito.wordpress.com/2014/02/07/a-adocao-de-animais-pretos-pra-que-tanto-preconceito/

Autora: Nicole Alves

 

Quais alimentos posso oferecer ao meu Pet?
Publicado em 25 de julho de 2015

Se você é daquelas pessoas que não resiste ao olhar pidão do seu pet, este post é pra você! Alguns alimentos podem ser oferecidos aos cães para complementar a dieta, ou como um mimo mesmo. Frutas e legumes fazem sucesso entre os cães, então listarei alguns que são liberados por veterinários:

Cenoura, brócolis, alface, batata, abóbora, beterraba, vagem e chuchu são excelentes fontes de vitaminas e podem complementar a alimentação do seu cãozinho. A beterraba, porém, deve ser consumida moderadamente por causa da sua quantidade de açúcar; no caso de cães com diabetes, por exemplo, ela não é recomendável.

Banana, tomate, maçã e melancia (sem sementes) também podem ser oferecidas aos cães, mas sem exagero. Oferecer esses alimentos para seu cão de vez em quando o fará mais feliz e saudável, além de incrementar o cardápio. Só não se esqueça de oferecer sempre uma ração adequada para cada idade do pet!

Já os gatos… Ah! Os bichanos… Curiosos e xeretas, eles querem saber de qualquer jeito de onde vem aquele cheirinho bom de carne. A carne, peixe cozido ou grelhado são exemplos do que seu gatinho pode comer, mas somente como petisco, ou seja, ocasionalmente. Nada de trocar a ração dele por esses alimentos, pois a ração é pra ele um alimento completo que mantém o pelo lindo e brilhante, contendo os nutrientes de que ele necessita. Patezinhos enlatados também são uma boa opção para mimar os bichanos, mas com moderação sempre!

Quem nunca viu desenhos animados em que os cães comem ossos e os gatos bebem leite? Parece até natural, não é mesmo? Errado! Ossos para cães é um risco enorme, podem conter lascas e ferir o bichinho por dentro e até levá-lo a óbito, jamais dê ossos para seu cãozinho. O de brinquedo pode, observando o tamanho do osso para cada tamanho de animal, senão ele pode se engasgar.

Gatinhos, diferente dos desenhos animados, não podem beber leite, o leite de vaca provoca barulhinhos na barriga, diarréia e pode até torná-lo intolerante à lactose. Se você resgatou um gatinho bebê que perdeu a mamãe, existe o leite próprio para alimentá-los.

Não preciso dizer que o chocolate é SUPER PROIBIDO para cães e gatos, então, se optar por dar guloseimas para seu bichinho, escolha algo saudável e sem exagero! Se estiver na dúvida, converse com um veterinário de sua confiança.

Fontes:http://portaldodog.com.br/cachorros/adultos-cachorros/alimentacao-adulto/alimentos-proibidos-para-caes/

http://portaldodog.com.br/cachorros/adultos-cachorros/alimentacao-adulto/verduras-e-legumes-permitidos-para-caes/

http://ronronar.com/como-cuidar/leite-para-gatos-beber-nao-beber

http://anossavida.pt/artigos/12-dicas-alimentacao-para-gatos

Autora: Luanna Morato

Como dar banho no meu gato?
Publicado em 18 de julho de 2015

Muitas pessoas não sabem que, apesar de os gatos se limparem com frequência, podem precisar sim de um banho. A necessidade é maior em situações em que o animal está muito sujo, com os pelos oleosos ou com pulgas. Sabemos, no entanto, que os bichanos não são muito fãs desta prática, e podem tornar este momento bastante complicado e até impossível para alguns donos. Existem algumas medidas que podem ser tomadas para amenizar esta situação.

Uma das medidas prévias é aparar as unhas do seu animalzinho, porque mesmo que ele seja calmo, pode se irritar ao ser colocado na água e quem sofrerá as consequências será o dono. Faça isso tendo algum petisco como recompensa para facilitar o processo. Depois, é necessário preparar uma bacia com água morna e, preferencialmente, com um tapete antiderrapante dentro, para ele não se machucar caso tente fugir. É importante também usar sempre um xampu apropriado para gatos, nunca para cães ou pessoas.

Vale ressaltar que, quando os animais são acostumados desde pequenos com banho, a tarefa fica mais fácil. Do contrário, mesmo se o seu animal for calmo, é necessário se proteger, colocando uma roupa de manga comprida e mais velha. Antes de colocá-lo na água, faça uma escovação no gato para retirar os pelos mortos e possíveis nós.

Finalmente, a hora mais difícil: colocar o bichano na água. Neste momento, o tutor deve pegar o animalzinho pelo pescoço, na parte de cima. Ele não sente dor neste ponto, mas fica calmo, porque estava habituado a ser carregado pela mãe dessa forma. É importante, no entanto, ver vídeos e fotos se necessário para não correr o risco de machucá-lo. Caso não queira segurá-lo dessa forma, peça para que alguém ajude segurando as patinhas. Depois, com uma esponja molhe e ensaboe o gato enxaguando bem em seguida.

Após o banho, seque o máximo que puder com a toalha para encurtar a etapa do secador, porque o barulho pode assustar o animal. Ao ligar o secador, certifique-se que ele está a uma distância confortável colocando a mão para sentir se não está queimando a pele do gato. Por fim, é válido recompensar o animalzinho com algum petisco, para que ele aos poucos assimile a experiência a uma coisa boa!

Autora: Nicole Alves

Resgatei um animal de rua, e agora?
Publicado em 11 de julho de 2015

Muitas pessoas têm dúvidas do que deve ser feito quando um animal abandonado é resgatado, ou até deixa de resgatar um animal por falta de dinheiro, mas, se você não pensou duas vezes em salvar a vida de um animal e o levou pra casa, aí vão algumas dicas do que deve ser feito!

Quando o animal é recolhido, a primeira coisa a ser feita é levá-lo ao veterinário. Claro, você pode dar água, comida, um banho, se ele estiver “sujinho”, mas, em alguns casos, os animais apresentam feridas por baixos dos pelos emaranhados, machucados, contusões e outras complicações, pois nunca sabemos quanto tempo ele passou nas ruas. Isso pode lhe render uma boa mordida/arranhada se não tiver cuidado. Ele pode estar doente e necessita de exames para uma avaliação do que será melhor para o caso dele. Por isso, leve o bichinho a um Veterinário de sua confiança. JAMAIS medique um animal por conta própria, muitos medicamentos de uso humano podem intoxicar e até levar o animal a óbito, só um profissional pode lhe dizer do que ele precisa.

Feita a primeira consulta, você precisa decidir se o animal ficará na sua casa, hotelzinho(pago),  ou lar temporário (pago ou não), enquanto toma os medicamentos (se) necessários até que esteja apto para ser entregue em adoção. Um animal resgatado, além da primeira consulta, precisa ser vermifugado, vacinado e castrado, (veja aqui a importância da castração) para depois encontrar um lar amoroso.

Mas e as contas? Se você tem condições de arcar com as despesas do bichinho, ótimo! Se ele ficar na sua casa, melhor ainda! O maior risco que você corre é de se apaixonar perdidamente por ele e sequer precisar colocá-lo para Adoção.

Se você não tem renda ou está com dificuldades financeiras, pode criar rifas, pedir ajuda aos amigos, na hora de ajudar vale tudo! Não tenha receio, afinal, você já fez o que muita gente sequer tem coragem de tentar: tirar o animal daquela situação de risco e abandono. Mas a verdade nua e crua é que se você resgatou o animal, agora ele é responsabilidade sua, está sob sua guarda até que seja entregue ao seu futuro dono.

Depois que o animalzinho estiver castrado, vacinado e vermifugado, está pronto para ser adotado, então procure uma pessoa que realmente goste de animais, alguém em quem você confie e que vá cuidar e dar toda atenção que o pet precisa, senão todo esse trabalho, tempo e dinheiro que você disponibilizou terá sido em vão, além de correr o risco de encontrar o mesmo animalzinho vagando abandonado por aí sem saber o que aconteceu.

Na hora da adoção vale divulgar em todas as redes sociais, quanto mais pessoas visualizarem o seu pedido de adoção, mais rápido o bichinho encontrará um lar feliz, e no final dessa história toda, você salvou uma vida!!! =D

Autora: Luanna Morato

E-Book: Cookies para Cães – Um mimo para seu melhor amigo
Publicado em 4 de julho de 2015

O cachorro é o melhor amigo do homem. E, como todo companheiro, merece gestos de carinho. Recompensas por todo o amor que os cães demonstram podem ser feitas em forma de biscoitos. Já pensou em passar um tempo na cozinha criando iguarias para seus pets?

O Westwing é apaixonado por cachorros. Por isso, eles criaram o e-book Cookies para Cães. Reuniram dicas dos melhores especialistas e amantes de cachorros, que mostraram todo o amor por seus companheiros. Veja receitas deliciosas, além de dicas úteis de alimentação para o seu melhor amigo.

Confira: https://www.westwing.com.br/cookies-para-caes/

Fonte: https://www.westwing.com.br/

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O Blog da Cão Viver tem a intenção de trazer conteúdo informativo e dicas aos donos de pets e apoiadores da causa animal. Aqueles que já têm um animalzinho ou pensam em adotar, encontrarão semanalmente diversas informações, que vão desde dicas de saúde e comportamento, até discussões sobre as notícias mais recentes dentro do mundo animal. Boa leitura!


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