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Melancia é saudável para cachorro?
Publicado em 12 de abril de 2017

Se têm uma fruta que muita gente gosta é melancia.

Aí você está comendo o seu delicioso pedaço de melancia e de repente o seu cachorro fica lá com aquela cara de quem tá louco por pedacinho. Surge então a dúvida. Será que posso dar um pouco pra ele?

Sim, o cachorro pode comer melancia. Porém, é necessário tirar as sementes pois são de difícil digestão e podem causar obstrução intestinal além de desconforto gastrointestinal no animal.

A melancia é muito saudável. Baixa em calorias e rica em fibras e vitaminas, é benéfica para a saúde do cão. É também uma excelente fonte de hidratação pois é composta essencialmente de água. No verão, em especial, é uma excelente pedida.

Também não contém gordura e colesterol, o que ajuda no caso de um cão que esteja fazendo dieta.

Porém, obviamente não exagere e também não a trate como substituto da ração. A melancia deve ser considerada como apenas como um lanche ou petisco ocasional.

De resto, pode convidar o seu cão com um pedacinho quando estiver comendo. Ele vai curtir muito e vai fazer bem pra ele!

Autor: Jota

Por que cães estão sendo mais abandonados do que antes?
Publicado em 17 de março de 2017

Apesar de tantas campanhas de adoção, vacinação, castração e contra maus tratos, diversos órgãos e abrigos, pelo mundo, estão reportando um aumento drástico de resgate e de donos abrindo mão de seus cachorros.

Os motivos são muitos: o dono original faleceu, a família não dá conta, o cachorro dá muito trabalho… e também jovens se entediam com seus cachorros miniaturas, comprados como acessórios de moda para imitar celebridades como Paris Hilton.

Como resultado, os abrigos, canis e associações de ajuda aos animais estão enchendo, com problemas de superlotação e também com gastos. Afinal, os animais estão chegando cada vez com mais problemas de saúde.

Criadouros de cães estão cada vez mais comum, e cada vez mais duvidosos. Não seguem qualquer lei ou prática de higiene, de tratamento adequado com os cães, além de venderem pela internet, nas redes sociais e sites como Mercado Livre. Muitas pessoas estão comprando animais pela internet por impulso, como se fossem sapatos. E, da mesma forma que ocorre com objetos, acabam se entediando, se cansando da compra ou mesmo se arrependendo dela.

Porém, não há trocas ou devoluções com animais. Eles acabam indo para a rua, e muitas vezes são abandonados por estarem com problemas. Esses problemas podem ser crônicos, pela criação feita de forma clandestina, mas também podem ser pela falta de informação e descaso dos donos. Quando os problemas ficam graves, é comum que eles levem aos abrigos – mais comum ainda, infelizmente, é largarem nas ruas ou mesmo em lixeiras. Assim não precisam lidar com o gasto e o trabalho que é cuidar de um cãozinho doente.

Os criadores de cachorros também descartam os cachorros que não têm mais uso para os cruzamentos que lhes dão lucro, e são abandonados na rua com muitos problemas.

É muito importante que qualquer pessoa que queira um cão se informe bem. Você já teve cães antes? Sabe como é? Tem as condições necessárias? Vai ter tempo para dedicar à higiene, passeios e cuidados do cachorro? Vai conseguir brincar e dar o carinho que um canino precisa?

É preciso que todo mundo pesquise bem e entenda o que virá. Ver fotos de celebridades, vídeos de amigos nas redes sociais e em propagandas pode dar a ilusão de que um cachorro é só brincadeira e carinho. Não se mostra a preocupação com vacinas, as enfermidades que virão (especialmente com raças da moda, que trazem problemas crônicos trabalhosos e sérios que afetam muito a qualidade de vida do cão), os deveres, o trabalho para educar, problemas com agressividade e tudo o que pertence ao universo dos cachorros – e de seus donos.

Pense bem antes de comprar um cachorro, e sugira o mesmo para qualquer um que conheça. É essencial ter a noção do que significa se comprometer em ter um cachorro. Outra sugestão é visitar feiras de adoção, abrigos e canis de resgate. Os cachorros continuarão a ser vendidos e comprados como objetos para, depois, serem abandonados. Ao mesmo tempo, muito menos pessoas adotam, e o problema vai virando uma bola de neve. Em vez de comprar, por que não adotar um cãozinho? Você conseguirá encontrar até cães da raça que deseja. Experimente! Com a adoção, todos saem ganhando.

Autora: Vânia Oliveira

Cão feliz ao ver o dono
Publicado em 2 de fevereiro de 2017

Se você tem um cachorro, já deve ter passado por isso. Você chega em casa e ele vem correndo para você fazendo festa, pulando de alegria como se fizesse anos que não ve você. Mas por que isso acontece?

Em parte, vem da ancestralidade dos cães. Os ancestrais dos cães, os lobos, apresentam um comportamento de saudação fantástico ao se abaixarem e lamberem uns aos outros.

Também há quem diga que o motivo dessa alegria toda é por considerarem seus donos como sua família e, portanto, sentem prazer ao nos verem.

Estudos mostram que os cães realmente amam os humanos próximos, não estando apenas interessados no alimento que fornecemos. Para eles, não é normal um membro da família deixar o grupo e, por isso, festejam com intensidade nosso retorno.

Mais do que isso, os cães, assim como os humanos, possuem emoções e, portanto, demonstram sentimentos, como afeto e tristeza.

Agora, quem tem um cão sabe que não é preciso de estudos para ver o amor e a felicidade deles quando veem o dono. É só chegar em casa, ser recebido com a sua alegria, fazer a festa com o seu companheiro e curtir muito a companhia dele!

Fonte: http://www.adorocaes.com.br/cachorro-feliz-com-a-chegada-do-dono

Autor: Jota

O que fazer quando minha cachorra ganha filhotes?
Publicado em 17 de janeiro de 2017

Sua cachorrinha está com filhotinhos recém nascidos e agora você não sabe o que fazer para cuidar deles? Veja aqui algumas dicas.

  • Para começar busque mantê-los perto da mamãe. Isso é o mais importante nesse momento. A natureza é sábia e a mamãe saberá como cuidá-los.
  • Mantenha-os num ambiente com temperatura agradável. Fazer um ninho forrando uma caixa com jornal e toalha irá ajudar a mantê-los aquecidos.
  • Nas primeiras semanas os filhotes devem se alimentar exclusivamente por amamentação. Só após a quarta semana você poderá ajudar a introduzir alimentos sólidos. Pode começar fazendo uma papinha com grãos de ração molhados em água morna e substituto de leite canino.
  • Acompanhe o peso para garantir que estejam crescendo adequadamente.
  • Se a mamãe não produzir leite suficiente oferece um substituto de leite canino encontrado em lojas especializadas.
  • Após as duas primeiras semanas de vida já procure o veterinário para programar o inicio da desverminação e vacinação.

Fonte: http://www.caesmania.com.br/como-cuidar-filhotes-de-cachorro-recem-nascidos

Entendendo os motivos para o cachorro uivar
Publicado em 16 de dezembro de 2016

O seu cachorro é daqueles que quando você menos espera está uivando? Esse é um comportamento bastante comum no mundo canino. Entenda aqui porque isso acontece:

  • Atenção – descendentes dos lobos, os cães às vezes uivam para chamar a atenção para algo que considerem uma ameaça. Isso pode ser, por exemplo, quando vêem uma pessoa diferente.
  • Namorar – cachorros machos também uivam quando próximos de uma cachorra que está no cio. É uma forma de atrair atenção para si.
  • Cantar – Acha que é só os humanos que cantam? Então você nunca viu um daqueles vídeos que têm um cachorro uivando ao escutar música!
  • Território – demarcar território é também uma das utilidades do uivo. Assim como os lobos, os cães também utilizam o uivo para mostrar que aquela área é deles.
  • Aborrecimento – cães entediados podem usar o uivo simplesmente como um válvula de escape para falta de atividade mais interessante. Passear com o cachorro nesses casos pode ajudar bastante.
  • Questão física – pode ser que o seu cão esteja tendo algum desconforto físico e está utilizando o uivo para comunicar essa situação.

Fonte: http://www.caesmania.com.br.

Você sabia que não podem lhe proibir de ter cachorro em prédio?
Publicado em 10 de setembro de 2016

Muito menos de passear com ele pelas áreas comuns ou pegar elevador. Saiba quais seus direitos e deferes para poder defender melhor o seu amiguinho.

A cada dia que se passa mais e mais pessoas se rendem aos encantos dos bichinhos de estimação que tanto trazem amor, alegria e até qualidade para nossas vidas.

Mas nem todo mundo mora em uma casa grande, com um gramado enorme, ampla área de lazer e todas as outras coisas que vemos comumente nos cinemas. Alguns de nós – que amam animais – simplesmente moramos em apartamentos. E é aí que começam as dúvidas.

Via de regra ninguém é obrigado a gostar de cães, gatos e companhia. Assim como ninguém é obrigado a tolerar a falta de educação de crianças sem boa criação, de vizinhos que pensam apenas em si mesmos ou gostos musicais que dividem um andar com você. Morar em prédio, antes de qualquer coisa, exige que se respeite o direito do outro.

Nesse cenário – onde cada vez mais pessoas adotam um bichinho como parte da família ao mesmo tempo que casas são trocadas por apartamentos por conta das vantagens (como segurança) – muitas dúvidas surgem e discussões entre condôminos podem acontecer.

Mas, afinal, condomínios podem proibir animais?

Obviamente não. Ter um animal é parte do seu ‘direito de propriedade’ e nenhum síndico ou mesmo proprietário de casa ou apartamento pode interferir nas coisas que você pode ter (desde que, obviamente, não seja nada ilegal). Dizer que você “não pode ter um cachorro” ou que “tem que escolher entre o gato ou o coelho” é como lhe proibir de ter um sofá.

Tentando embasar argumentos fúteis, algumas pessoas citam o estatuto do condomínio, afirmando que as regras proíbem animais. Pois bem, tal estatuto é insignificante quando comparado à Constituição Federal (Art. 5º, XXII e Art. 170, II) e ao Código Civil, que lhe garantem o direito à propriedade.

É importante também lembrar que se um animal mora em um condomínio há mais de cinco anos e jamais causou problemas, nenhuma convenção de moradores poderá criar regras que o impeçam de continuar a vida que sempre teve simplesmente porque esse – mesmo que votada a proibição de sua permanência em área comum – usufrui de um direito adquirido.

Os vizinhos, caso discordem, precisarão entrar na Justiça e apenas um juiz poderá determinar a remoção do animal. Porém, é importante mencionar, a maioria dos casos tem resultados favoráveis à permanência dos pets em suas vidinhas rotineiras.

E isso independe o tamanho do animal: pode ser pequeno, médio ou grande.

Claro que, em contrapartida, é extremamente necessário que o responsável pelo bichinho garanta que ele não cause transtorno a outros moradores e nem suje as áreas comuns do prédio. Se, por exemplo, ele for agressivo e representar um risco para a vizinhança então a possibilidade de um juiz ordenar a mudança do animal é grande.

Outro ponto importante a citar é que cães dóceis não são obrigados a usar focinheira porque isso agride a dignidade do animal e pode configurar crueldade (Art. 32 da Lei Nº 9.605/98 e art. 3º, I do Decreto Nº 24.645/34).

Outro ponto importante é salientar que o Artigo 5º da Constituição – ao abordar o direito de ir e vir – deixa a utilização do elevador pelo animal (desde que acompanhando pelo dono e esteja com uma guia curta que proteja terceiros dele) livre. Obrigar alguém a usar as escadas por conta de um pet é constrangimento ilegal (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40) e maus-tratos (Art. 32 da Lei Nº 9.605/98 e art. 3º, I do Decreto Nº 24.645/34).

Da mesma forma nenhum condomínio pode obrigar o dono a levar seu bichinho no colo incorrendo, mais uma vez, em crime de constrangimento (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40).

É também garantido pelo Artigo 5° da Constituição Federal que, desde que não apresente riscos à saúde, sossego e segurança dos moradores, o animal pode transitar normalmente pelas áreas comuns do prédio desde que suas fezes sejam recolhidas (Art. 10 da Lei Nº 4.591/64, Art. 1.336, IV da Lei Nº 10.406/02, Art. 32 da Lei Nº 9.605/98 e Art. 3º, II do Decreto Nº 24.645/34).

Também é importante os donos providenciarem para que seus animais não incomodem os vizinhos com ruídos e não dificulte a vida dos demais moradores (Art. 42, IV do Decreto-Lei Nº 3.688/41).

É absolutamente ridículo como algumas pessoas acham que podem decidir o que você pode ou não fazer e usando de falácias maliciosas tentam lhe fazer abrir mão de direitos constitucionais. Você pode ter dois cachorros, um gato e cinco periquitos no seu imóvel: não atrapalhando ninguém, é um direito que lhe assiste. Nunca permita que digam o contrário.

Em caso de ameaças contra o animal, envenenamento ou proibições ilegais, a vítima deve imediatamente procurar a Polícia Civil e lavrar um boletim de ocorrência sobre o caso por configurar constrangimento ilegal (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40) ou até ameaça (Art. 147 do Decreto-lei Nº 2.848/40).

E, obviamente, se o proprietário do bichinho tiver mais de 65 anos qualquer um desses crimes se torna ainda mais grave porque incorre em desrespeito ao Estatuto do Idoso.

Então se você tem um animalzinho bem comportado, não há nenhuma razão para se preocupar: você tem direitos adquiridos e de propriedade. Se você for constrangido, deve denunciar. E se for idoso, a situação piora ainda mais. Mesmo assim nunca se esqueça: é sua obrigação manter seu amigo na coleira, recolher seus dejetos e respeitar seus vizinhos.

E assim todos podem continuar vivendo felizes.

Fonte: http://www.blumenews.com.br/n/comunidade/geral/4700/voce-sabia-que-nao-podem-lhe-proibir-de-ter-cachorro-em-predio

Problemas oculares nos cachorros: saiba quando levá-los à clínica veterinária
Publicado em 3 de setembro de 2016

Os olhos dos animais de estimação podem sofrer com doenças parecidas com as nossas, e só na clínica veterinária o diagnóstico pode ser feito

Depois do olfato e da audição, a visão é o sentido mais importante dos nossos cachorros, e, embora eles sejam capazes de enxergar menos cores e menos detalhes do que nós humanos, o conjunto de sensações estabeleceu uma relação milenar de amizade incondicional com os homens. É por conta dessas limitações e dos laços de união que os cães precisam de cuidados especiais para os olhos não adoecerem.

Todos os cães podem apresentar problemas nos olhos, até mesmo o saudável vira-lata, mas algumas raças são mais propensas do que outras, como Sharpei, Pug, Poodle, Beagle e Rottweiler. Animais de pelos claros também podem sofrer com manchas na região, causadas por secreções que grudam na pele e a tornam escurecida, embora isso não seja um problema de saúde, apenas de beleza.

Assim como você, quando o seu pet se levanta pela manhã, é comum que ele tenha um pouco de remela de cor amarela no canto dos olhos. Essa presença é comum, mas, se houver mais secreção que o normal, somada a sintomas como vermelhidão e dificuldade de andar sem esbarrar nos móveis, nas paredes e nos objetos, você vai precisar procurar a clínica veterinária para saber o que está acontecendo com ele.

OLHOS EM ORDEM COM DEDICAÇÃO DIÁRIA E VISITAS À CLÍNICA VETERINÁRIA

As doenças que acometem os olhos dos pets são semelhantes aos problemas que podem atingir os homens, bem como os cuidados necessários para evitá-los. Para isso, você precisa limpar todos os dias essa região com uma gaze ou um algodão com água morna ou soro fisiológico até amolecer e retirar as secreções, com atenção para não deixar entrar nenhum fiapo de material que possa irritar os olhos do animal. Se for necessário, prenda os pelos mais longos no topo da cabeça do seu cão com um elástico para que eles não atrapalhem a higienização correta.

Os cuidados com essa área sensível também são necessários na hora do banho, seja em casa ou no Pet Shop: os olhos do seu bichinho precisam estar protegidos com pomadas específicas para a área, indicadas por veterinários, e o shampoo usado para a cabeça não pode causar irritações e vermelhidão. Se a opção for por levar o animal ao banho e tosa, procure conversar com os funcionários para saber como tudo é feito e demonstre a sua preocupação.

No entanto, a atitude mais importante para que o seu pet não sofra com doenças nos olhos é fazer o check-up regularmente com um oftalmologista canino, que pode avaliar as fragilidades da raça, histórico familiar e fatores ambientais. Se vocês tiverem que encarar uma situação dessas, é preciso seguir o tratamento à risca e abolir os métodos caseiros, para que as chances de cura sejam efetivas ou para que a qualidade de vida seja mantida.

Agora que você já sabe como prevenir as doenças caninas que podem atingir o seu animal de estimação, conheça os sintomas de cada uma:

CONJUTIVITE

Se o seu cão está com o olho avermelhado, ele pode ter sido infectado por bactérias ou por vírus causadores da conjuntivite, que entraram em contato com essa região do corpo por meio da poluição do ar ou devido a ações climáticas. Além desse sintoma, a conjuntivite nos cachorros pode ter inchaço nos olhos, pálpebras superiores inflamadas, secreção de cor amarela ou esverdeada, lacrimejamento e irritação frequente. O tratamento é simples, com limpeza com soro fisiológico e a aplicação de colírios prescritos pelo veterinário diariamente. Se a doença estiver muito avançada, o médico também pode recomendar antibióticos. A doença não é contagiosa, e, se você possuir outros animais em casa, eles podem manter contato, desde nenhum deles toquem nos olhos do cão com conjuntivite.  Se for necessário, use um cone de pescoço.

CATARATA

A catarata é o principal motivo de cegueira nos cachorros, e, por isso, merece atenção especial! As origens são variadas, podendo ser genética, diabética, traumática ou secundária à degeneração da retina. Essa doença torna o cristalino opaco por causa da morte das células e forma uma mancha de cor esbranquiçada no centro do olho do seu cão, bloqueando a passagem de luz e a visão. Se o seu pet for diagnosticado com essa doença, ele vai precisar passar por uma cirurgia e colocar uma prótese que substitui o tecido natural dos olhos. A catarata pode se manifestar ao nascer, na juventude e na velhice, principalmente nos animais de pequeno e grande porte, e, se esse for o caso do seu cão, você deve optar pela castração para que a doença não se espalhe para os filhotes.

GLAUCOMA

A doença é grave e pode cegar se não receber os devidos cuidados. Ela acontece quando há um aumento da pressão sanguínea dentro dos olhos, o que acaba afetando o nervo e a retina do bichinho, principalmente quando ele começa a envelhecer. Geralmente, os donos só percebem o problema quando o cachorro vai ficando com os olhos turvos e esbranquiçados, as pupilas dilatadas e dificuldade de enxergar, mas, quando descoberta no início, pode ser revertida com uma drenagem. Na clínica veterinária, o especialista vai precisar fazer uma análise da pressão intraocular e um exame de fundo do olho para confirmar o diagnóstico e receitar colírios, que devem ser usados regularmente por toda a vida do seu pet.

Autora: Bruna Pelegrini – Vet Quality

Como lidar com a perda do seu melhor amigo?
Publicado em 29 de julho de 2016

Nosso melhor amigo, na maioria das vezes, é o nosso cachorro. Infelizmente, cães têm uma vida mais curta que a nossa, o que nos deixa sem chão quando pensamos em que um dia iremos perdê-los. Só quem já perdeu seu melhor amigo sabe a dor que é não o ver mais. Pior ainda é quando temos que contar a notícia para crianças. Essa experiência não é das melhores, e parte o coração ver uma criança chorar por saudades de um cãozinho.

O objetivo deste artigo não é te deixar triste, nem te fazer chorar. A ideia é passar a mensagem de que todo esse processo, apesar de doloroso, é natural e necessário quando se tem um cachorro. Somo seres humanos, e essa dor com a perda é comum, devemos passar pelos estágios do luto pela perda de forma natural e da forma que mais lhe for conveniente. Cada pessoa enfrenta a dor pela perda de uma maneira diferente, peculiar, e isso é bom!

Às vezes você já sabe que seu melhor amigo está prestes a partir. Seja por doença ou por idade avançada, o melhor é já irmos nos preparando. Caso seu peludo esteja internado, visite-o, leve suas crianças para que já comecem a entender o processo natural da vida, e, quem sabe, aceitar melhor o que está prestes a acontecer.

Algumas pessoas fazem velórios para seus cães, converse com um veterinário para saber o que pode ser feito. Outras pessoas têm caixas de recordações, onde guardam objetos ou fotos do cãozinho. E o que fazer com o corpo? Algumas pessoas enterram no quintal, outra opção é pedir ajuda a um veterinário e também avisar o Controle de Zoonoses da Cidade, para que eles possam fazer uma incineração. Se o seu cão tiver registro, é importante avisar o Controle de Zoonoses também.

Após passar por todo o processo de luto pela perda do seu melhor amigo, o recomendado é adoção. Você não estará traindo seu cãozinho, pelo contrário, estará proporcionando a algum outro cachorro a oportunidade de ter um lar, uma casa, um família que possa dar a ele todo o amor e cuidados necessários.

Chega a ser egoísmo de nossa parte não adotar um cãozinho abandonado ou sem lar. Já imaginou todas as coisas que esse peludo poderia ter em sua casa, mas nunca na rua ou em um abrigo? A simples experiência de um banho pode ser algo fantástico para esse cachorro que talvez nunca teve a chance de tomar um banho decente. Existem várias formas de dar banho em seu cachorro, e talvez você esteja mais acostumado em banhar seu amigo que agora é uma estrela e já partiu. Mas clicando aqui você vai poder aprender um pouco mais sobre qual tipo de banho, ou com qual frequência deve-se dar banho para os diferentes tipos de cachorro. Dessa forma, vai poder oferecer ao seu novo cãozinho a chance de se experimentar uma vida melhor e mais digna.

Adotar um cão após a morte de um outro não pode ser entendido como traição, mas, ao invés disso, amor genuíno aos animais!

Mas caso ainda não pense em adotar, comece apadrinhando um peludo, doando amor. Existem muitas organizações não governamentais que abrigam, cuidam de cães abandonados e precisam de toda ajuda e suporte. Doe produtos, remédios, material de limpeza, dinheiro, ração, petiscos. Seja voluntário na causa, ajude! Encontre uma forma de fazer com que a vida desses cachorros seja melhor. E quando estiver pronto, quando tiver superado completamente a dor da perda, adote, dê a chance para que outro cão saiba o que é ser amado e amar.

Autora: Vania – Autora Blog Animais Amigos

Cruzamento entre cães – o que fazer e o que não fazer
Publicado em 7 de abril de 2016

O cruzamento de cães é algo que deve ser feito com alguns cuidados para ter a certeza de que a cadela e seus filhotes ficarão saudáveis. Não é recomendado que se faça o cruzamento entre pais e filhos (atividade que muitos criadores fazem na tentativa de aperfeiçoar a raça). Sendo assim, deve-se separar a fêmea do macho na altura do cio.

Deve-se esperar até que as cadelas cresçam e fiquem maiores e mais velhas (2 cios em cadelas de grande porte, 3 cios se forem de pequeno porte), para que a cadela esteja bem desenvolvida. Assim, maiores complicações no seu parto serão evitadas.

O desmame dos cães deve ser feito entre 30 a 45 dias após o parto, dependendo do tamanho da raça. Depois disso, deve-se ir habituando-os gradualmente à ração. Nunca dê leite de vaca aos filhotes porque tem maior teor de gordura.

Cruzamento entre raças

O cruzamento entre raças não deve ser feito nunca e por vários motivos. Primeiro, podem surgir alguns problemas congênitos que não são normais na raça de origem. E muitas outras complicações, tais como maior tendência a doenças cardíacas, fraca estrutura óssea, entre outras.

Alguns cruzamentos entre raças:

Welsh Corgi + Husky

welsh_husky

Dachshund + Golden Retriever

dachshund_golden

Yorkshire Terrier + Poodle

yorkshire_poodle

Pastor Alemão + Chow Chow

pastor_chowchow

Conclusão

Os cruzamentos entre cães devem sempre ser feitos entre cães da mesma raça, adultos, e a cadela não deve ter acasalado já muitas vezes, porque esse processo cria um desgate e uma tensão muito grande no corpo da cadela. Deve ser sempre feito com a supervisão de um criador especializado ou alguém que entenda bem de cães. Lembrando que é recomendado que se tenha a certeza de que ambos os cães possuem as vacinas em dia.

 Referência e imagens: www.meuspets.com

Autor: Ricardo Pereira – http://comoadestrarcaogato.com/

Aprenda como cuidar dos olhos do seu pet
Publicado em 28 de novembro de 2015

A oftalmologia animal é uma área que tem ganhado cada vez mais a confiança dos donos dos pets. Há alguns anos, essa especialidade não era tão evoluída e, por isso, não possuía muitos recursos para tratar os problemas oftalmológicos dos peludos. Essa falta de recursos e conhecimento na área poderia fazer com que um problema de vista simples em um peludo resultasse na perda da visão.

Para evitar futuros problemas oftalmológicos no seu peludo, é interessante fazer uma limpeza de duas a três vezes por semana. Isso pode ser feita com soro fisiológico, gaze e um pente antipulgas para pentear a região e ajudar a eliminar as remelas que vão acumulando ao redor dos olhos. Em pets com pelos mais claros, essas manchas ficam muito evidentes, e é possível perceber em alguns casos uma secreção amarronzada; porém, não é necessariamente uma doença, muitas vezes é apenas a reação da secreção com a luz. O que se pode fazer para evitar essas secreções é incluir alguns suplementos na alimentação do seu peludo.

Alguns cuidados, além da limpeza citada acima, podem ser tomados pelos próprios donos de qualquer espécie ou raça de pet, são eles:

  • Nunca deixe o seu peludo na janela do carro, caso contrário, os olhos dele ficarão muito secos e irritados, facilitando a ocorrência de lesões;
  • Use sempre shampoos indicados para a espécie. O uso de um shampoo infantil, como o Johnson’s Baby “Chega de Lágrimas”, também é uma ótima opção para lavar regiões próximas aos olhos;
  • Ao secar o seu pet com secador, procure não direcionar o vento para a região dos olhos. Caso você o leve ao petshop, peça aos funcionários que tomem esse cuidado também;
  • Para as raças de pelo longo, evite deixar os pelos caírem nos olhos;
  • Em hipótese alguma medique seu pet sem recomendação veterinária.

Mesmo com esses cuidados, é importante sempre observar os olhos do seu peludo para analisar se tem algo diferente; caso ele tenha algum dos sintomas abaixo, é essencial a procura de um veterinário:

  • Olhos avermelhados ou esbranquiçados;
  • Olhos fechados ou piscando muito;
  • Manchas nos olhos;
  • Sensibilidade à luz;
  • Lacrimejamento ou secreções;
  • Olhos com manchas de sangue.

Algumas vezes o problema pode não ser visível, portanto é importante observar também se o seu pet não está batendo nos objetos da casa, encostando nas paredes ou com alguma alteração no comportamento, como principalmente irritabilidade. Nesse caso também é importante que você leve o seu pet ao veterinário de confiança.

Geralmente um oftalmologista veterinário é procurado quando um veterinário especializado em clínica geral necessita de assistência para solucionar algum problema de vista que não seja do seu conhecimento. Porém, o ideal é que você leve o seu bichinho de estimação, a partir dos 6 anos de idade, para consultas oftalmológicas anualmente, para, além de diagnosticar algum problema que venha a surgir, prevenir muitos deles. Lembrando que, caso o seu pet possua predisposição a desenvolver proptose do bulbo, como cães da raça Shih Tzu, é necessário um cuidado ainda maior quando se trata de problemas oftalmológicos.

É importante então ficarmos atentos para algum problema que possa ocorrer nos olhos dos nossos pets e, além disso, ter o costume de fazer uma limpeza periódica. Seguindo esses conselhos, caso seu peludo comece a sofrer de alguma doença oftalmológica, você descobrirá na fase inicial, o que resulta em um tratamento muito mais barato para você e mais tranquilo para o seu pet.

Autora: Ana Reis

Fontes:

http://www.farejadordecaes.com.br

http://www.cao-feliz.com/

Adestramento X Terapia Comportamental
Publicado em 14 de novembro de 2015

O convívio dos seres humanos com os cães é considerado um dos mais estreitos e intensos entre espécies diferentes. Na maioria das vezes, esses cães são considerados parte da família, porém, quando têm um comportamento inadequado, muitas vezes são abandonados pelos donos, que não conseguem entender o comportamento e a cabeça do seu bichinho de estimação e preferem abandoná-lo ao invés de procurar ajuda profissional.  

Alguns dos principais problemas de comportamento reportados são:

  • Agressividade

A agressividade pode ser contra pessoas, outros cães ou outras espécies de animais. A causa da agressividade é muitas vezes devido à tensão que esse animal sofre, podendo ser emocional, dor, ambiental etc.  

  • Ansiedade da Separação

Essa ansiedade é causada devido à separação do animal de seu dono, como quando são deixados sozinhos em casa. Na maioria das vezes, a ansiedade resulta em comportamentos destrutivos, vocalizações excessivas, defecações e micções inapropriadas.

  • Comportamentos Destrutivos

Esse comportamento é resultado, geralmente, de um espaço limitado para o animal ou devido à ansiedade da separação.  

  • Eliminações Inapropriadas (Fezes e Urina)

O distúrbio de eliminação das fezes ou urina em lugares inapropriados pode ser resultado também da ansiedade da separação, assim como da procura de atenção ou marcação do território, que é mais comum no caso dos machos que não foram castrados quando filhotes.

Quando um animal de estimação se encontra com algum desses problemas, é imprescindível uma consulta veterinária para que o profissional possa analisar qual a real necessidade do animal. Às vezes, o dono procura um serviço de adestramento, quando na verdade o animal está precisando de uma Terapia Comportamental.

O adestramento é o emprego de técnicas para ensinar o animal a responder perante um determinado comando ou gesto. Sendo muito úteis no dia a dia, como, na hora de passear, ele andar junto ao dono ou quando uma visita chega e ele não sobe no sofá pulando na visita e querendo chamar atenção. Porém, nem todo cachorro aprende a se comportar de maneira adequada apenas com o adestramento.

Portanto, quando o mau comportamento do animal está relacionado a problemas psicológicos ou até mesmo a desequilíbrio emocional, a terapia comportamental é essencial para que o animal se comporte de maneira adequada e seja feliz com o seu dono. Nela, não são utilizados comandos, o mais importante na terapia comportamental é o entendimento da psicologia canina. Além dessa avaliação psicológica, são avaliados também o comportamento do dono e o ambiente onde o animal vive. Com a avaliação desses três fatores, é possível descobrir a causa do mau comportamento do animal. E, atuando na causa, é possível corrigir o problema de maneira definitiva.  

A maioria dos problemas de mau comportamento dos animais de estimação ocorre devido à falta de entendimento do dono sobre a psicologia canina. Os cães estão sendo cada vez mais humanizados, porém não devemos nos esquecer de que o comportamento canino difere do comportamento humano em diversos aspectos.

Portanto, quando tiver problemas com o seu mascote, analise a situação melhor e procure, antes de tudo, um veterinário. Esse profissional pode te dar uma noção sobre o porquê do mal comportamento do seu animal e a quem recorrer: se somente um adestramento irá resolver, ou se ele o que ele precisa mesmo é de uma terapia comportamental.

Autora: Ana Reis

Otite: o que é e como tratar
Publicado em 24 de outubro de 2015

Seu animalzinho coça muito a orelha e, invariavelmente, chora quando faz isso? Ele pode estar com otite, uma inflamação na parte externa da orelha, que pode ser crônica ou aguda. Com maior incidência em cães (cerca de 20%) do que em gatos (2%), a doença pode acometer animais de qualquer idade. Leia mais para saber os principais sintomas e como é feito o tratamento.

A otite é mais comum em cães com orelhas longas e caídas, como das raças Cocker Spaniel, Golden Retriever, Cavalier King Charles Spaniel e Basset Hound, porque as orelhas caídas dificultam a entrada de ar e, consequentemente, geram um ambiente mais úmido e mais propício ao desenvolvimento de fungos e bactérias. Pode se manifestar de diversas formas, como infecção (ocorrência de pus, deve ser tratada com antibióticos); fungos (a forma mais comum de otite, caracterizada pela cera com cheiro adocicado); parasitas (ácaros e carrapatos são agentes desse tipo de otite); produção excessiva de cera (pode ocasionar a inflamação) e sarna (também pode desencadear a doença).

Os sintomas em cães podem variar, mas se você perceber comportamentos como coceira intensa nas orelhas, o animal ficar com a cabeça virada para o lado, inchaço das orelhas, perda de audição, dor intensa nas orelhas quando alguém encosta e ferimento atrás das orelhas de tanto coçar, é importante leva-lo ao veterinário com urgência. O tratamento está associado à limpeza frequente das orelhas bem como uso de medicação tópica. É importante respeitar os horários e a quantidade correta de gotas do remédio para garantir o sucesso do tratamento.

Para prevenir a doença, é importante manter a higiene das orelhas do seu pet. Limpar uma vez por semana, fazer uma tosa higiênica no local e manter as orelhas do animal sempre secas são medidas de precaução. Levar ao veterinário frequentemente para check ups também é imprescindível. A incidência de otite é mais comum do que se imagina, portanto, é importante ficar atento ao comportamento do animal, porque ele pode estar sentindo dor e desconforto e, ainda que não tenha como te dizer isso, ele pode demonstrar de diversas maneiras.

Autora: Nicole Alves

Como treinar um cão
Publicado em 26 de setembro de 2015

Assim como as crianças, os cães também precisam de educação e orientação para se comportarem adequadamente. O dono do cão é responsável por tal tarefa. Para ter um cão bem educado e que ouve você, existe um série de elementos básicos a serem atingidos. No infográfo abaixo, cortesia do site Como Treinar Um Cão.com.br, você pode conhecer a essência do adestramento de cães.São atividades que com um pouquinho de dedicação e amor do dono vão resultar num cão muito mais educado, amigo e feliz!.


Adestramento de Cães

Fonte: Adestramento de Cães – O Ponto de Partida

Cuidados com os cães na primavera
Publicado em 12 de setembro de 2015

Setembro é o mês da primavera, estação em que já é perceptível um aumento significativo de temperatura e chuvas mais frequentes. Nesta época, devem ser tomadas uma série de cuidados com os pets, que podem acabar sofrendo com estas mudanças. Veja algumas dicas de como tornar a estação mais agradável para o seu amigo.

Doenças

Primeiramente, é importante verificar se a vacinação está em dia, porque as chuvas favorecem o aumento de leptospirose.

Parasitas

O aumento da temperatura também ocasiona maior proliferação das pulgas, por isso é importante aplicar mensalmente um remédio anti pulgas para prevenir.

Passeios

A atenção também deve ser estender aos passeios, pois como está muito quente não é recomendado passear com o seu animalzinho em horários inapropriados; além de queimar as patinhas ele pode se desidratar. Espalhar vasilhas de água por vários lugares também é uma forma de garantir que ele não ficará com sede.

Banho e tosa

Os banhos devem ser dados com água morna ou fria, e os animais mais peludos devem fazer a sua primeira tosa, ainda que parcial, neste período.

Jardins

Donos que possuem jardins em casa devem redobrar a atenção, porque o ambiente oferece muitos atrativos para alguns animais, principalmente filhotes. Algumas flores são consideradas tóxicas e devem ser evitadas, porque sua ingestão pode levar à morte, como por exemplo: azaleia, antúrio, bico-de-papagaio, calandium ou tinhorão, ciclâmen, comigo-ninguém-pode, coroa-de-cristo, costela-de-Adão, cheflera, crisântemo, dracena, espirradeira, filodendro, hera, hortênsia, kalanchoe, lírio, beladona, trombeta de anjo, mandioca brava, orelha de elefante, mamona, copo de leite, espada de São Jorge, avelós. Os adubos industrializados ou orgânicos também são extremamente tóxicos, e não podem ser ingeridos pelos animais. Por fim, animais como aranhas, abelhas, sapos, rãs, formigas, algumas lagartas e mesmo cobras e escorpiões são comuns nestes espaços, e o animalzinho pode se machucar ao passar por eles ou até mesmo querer brincar.

A primavera é uma estação linda, e tomando os cuidados necessários você e o seu pet poderão aproveitar muito bem. Basta se atentar aos detalhes que muitas vezes deixamos passar.

Autora: Nicole Alves

Cães Idosos – como saber que seu cão está ficando velhinho
Publicado em 22 de agosto de 2015

Você sabia que a contagem de idade do seu cão é diferente da sua? E varia de acordo com o porte do animal e da raça também. Alguns cães alcançam a fase adulta antes, outros demoram um pouquinho mais. Alguns sinais podem te ajudar a perceber se seu cãozinho já é um sênior e, quanto mais cedo você perceber,mais poderá ajudá-lo a ter uma vida mais tranquila e confortável.

Tudo começa quando uns pelinhos brancos na barbicha aparecem, ele não tem mais aquele ânimo de correr atrás da bolinha ou ficar jogando seus brinquedos para todo lado, seus olhinhos ficam meio embaçados e ele esbarra nos móveis, você o chama e ele parece ignorar.Ele pode não estar te ouvindo direito, ou prefere ficar deitado tirando um cochilo, pode ter dificuldades para se levantar ou não estar sempre disposto para fazer longas caminhadas. Outra particularidade é que os cães idosos precisam fazer sua necessidade mais vezes ao dia.

Ao perceber algum desses comportamentos, é indicado que você o leve ao veterinário. Ele vai precisar de uma ração apropriada para sua idade, fazer exames regularmente para saber de sua saúde e precisará de atenção dobrada. Pergunte ao veterinário se ele pode tomar vitaminas para fortalecer seu sistema imunológico e diminua o número de banhos nos períodos mais frios. Isso porque uma gripe comum nos tempos de frio, em cães idosos, pode virar uma pneumonia ou algo mais sério, então aproveite para colocar aquele pijaminha quentinho e evitar que ele tome friagem.

Mesmo diminuindo o ritmo, cães idosos são ótimos companheiros, continuam sendo nossos melhores amigos e, por isso, devemos cuidar deles com muito carinho. Deixe sempre água limpa e fresca, ofereça uma ração de qualidade, dê muito amor e jamais abandone um cãozinho idoso, a idade chega para todos e agora é quando ele mais precisará de você!

Você pode calcular a idade do seu cão aqui:
http://tudosobrecachorros.com.br/2012/02/idade-canina-x-idade-humana.html

Autora: Luanna Morato

Adotei, e agora? Como educar um animal recém-adotado
Publicado em 15 de agosto de 2015

A decisão de adotar um animalzinho pode vir em vários momentos da vida. Muitos adotantes nunca tiveram um cão ou gato e, portanto, podem surgir dúvidas na hora de levá-lo para casa. E agora, por onde começar a adaptação? Veja algumas dicas.

No caso de animais filhotes, é preciso ter um pouco mais de paciência. Geralmente eles fazem xixi ou cocô em lugares diversos, e é um pouco mais difícil determinar o local. O ideal é, no caso dos cães, pegar as necessidades e levar para o local que você quer que seja feito. Quando o cachorro começar a sentir o cheiro e fizer no lugar certo, é só elogiar e dar um petisco. Os gatos, por sua vez, aprendem um pouco mais rápido, porque possuem caixinhas de areia e gostam de esconder as próprias fezes. Dessa forma, colocando as necessidades na caixinha ele irá aprender e também deve ser recompensado quando fizer no lugar certo.

Muitos cães adultos estão acostumados a fazer só no quintal (quando tiver um em casa) ou na rua, na hora de passear. Com os filhotes o passeio não é uma alternativa inicialmente, porque eles demoram um tempo até tomar as vacinas e poderem sair de casa. Passada a parte das necessidades, você terá que arrumar formas de repreendê-lo quando ele fizer algo errado, lembrando que agressão física é uma prática que nunca deve ser adotada! Além de existirem outras formas que não machuquem o animal, ele pode ficar arredio e com medo. No caso dos cães, arrumar uma lata ou algo que faça barulho, seguido do comando “NÃO!” em voz alta pode funcionar. É preciso ser firme nessa hora, para que o animal não ache que você está brincando. Arrumar um recipiente tipo “spray”, para esguichar no focinho também seguido do mesmo comando pode ser outra alternativa.

No caso dos gatos, a repressão é um pouco diferente. Gritos ou agressão não funcionam, eles ficam mais tristes, se afastam mais dos donos e respeitam ainda menos. É importante saber que o gato deve ser repreendido no ato da bagunça, depois não funciona e pode acarretar mais problemas. A técnica do borrifo de água também funciona nesse caso, mas não é preciso dizer nada, apenas borrifar a água no animal e sair. Outra técnica, é jogar chaves ou algo barulhento perto do animal na hora em que ele estiver fazendo a bagunça, perto, e não NO animal. Se ele não ver o dono é ainda melhor, porque ele associará a punição ao ato, e não ao dono.

É importante lembrar que os animais, assim como crianças, não aprendem da noite para o dia. Com o tempo e paciência o animalzinho irá se adequar à você e a à sua casa da melhor forma possível.

Fonte:
http://www.desfavor.com/blog/2013/01/desfavor-explica-educando-gatos/comment-page-1/

Autora: Nicole Alves

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O Blog da Cão Viver tem a intenção de trazer conteúdo informativo e dicas aos donos de pets e apoiadores da causa animal. Aqueles que já têm um animalzinho ou pensam em adotar, encontrarão semanalmente diversas informações, que vão desde dicas de saúde e comportamento, até discussões sobre as notícias mais recentes dentro do mundo animal. Boa leitura!


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