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Conheça os benefícios de dar osso para cachorro
Publicado em 31 de agosto de 2017

Pensar em dar um osso para cachorro está quase implícito no ato de ter o animal. Além de ser um item adorado pelos pets, ele também pode trazer vários benefícios para a saúde do bichano, desde que escolhidos apropriadamente.

Para que o cachorro possa usufruir 100% das vantagens de se consumir um osso, ele precisa ser seguro para sua saúde. Confira abaixo os cuidados que se deve ter ao escolher o osso para cachorro, assim como os benefícios que ele oferece!

Cuidados ao escolher o osso para cachorro certo

Pelo fato de o osso ser uma associação natural quando falamos de cães, muitas pessoas acreditam que qualquer peça pode ser consumida. Porém, a escolha errada do osso pode ser fatal para a saúde do seu amigo.

Os ossos de frangos e de galinhas, por exemplo, por serem pequenos, se quebram facilmente à medida que o cachorro morde. Os pequenos e afiados pedaços que se formam podem causar ferimentos e até obstruir a respiração do animal.

Ossos cozidos, fritos ou assados também não devem ser oferecidos aos pets, já que o processo de cozimento pode deixar o osso mais rígido, o que pode quebrar os dentes dos cachorros ou se transformarem em lascas conforme a mastigação dos mesmos.

Ossos de animais, no geral, não são aconselhados para os cachorros, pelos inúmeros perigos que oferecem à sua vida. Os ossos recreativos são os mais indicados para o seu bichano.

4 benefícios oferecidos pelos ossos para cachorro

Agora que você já aprendeu como escolher o osso para cachorro perfeito para o seu melhor amigo, que tal descobrir os benefícios que esses mimos podem oferecer a eles? Confira abaixo!

1. Ajuda na saúde bucal

Os ossos para cachorro são grandes aliados na higiene bucal dos cães. Isso porque a utilização de ossinhos, de acordo com a veterinária Sylvia Angélico, do site Cachorro Verde, ajuda a combater as bactérias formadoras de tártaro. Como os ossos para cachorro estimulam a mastigação, eles ajudam na remoção das possíveis placas que possam se formar no animal.

Além disso, os ossinhos podem ajudam a limpar sujeiras que ocasionalmente ficam presas entre os dentes e gengiva do cachorro.

2. É fonte de proteínas e minerais

Os ossos para cachorro são ótimos para complementar a alimentação, sendo fonte de proteínas e minerais. Eles ainda completam a dieta com cartilagem, colágeno e condroitina, todas substâncias que fortalecem as articulações, tendões e ligamentos.

3. Minimiza a coprofagia

Alguns cachorros possuem uma síndrome chama de coprofagia, que consiste em o animal se alimentar das próprias fezes. Porém, quando há o consumo de ossos para cachorro as chances dessa doença ocorrem são minizadas, já que o cocô produzido é mais sequinho e com o odor discreto, portanto, menos “atrativo”.

4. Diminui as possibilidades de roer outros objetos

Uma das grandes dificuldades para quem tem cachorro é o fato de educá-lo para não roer móveis, roupas e qualquer outro objeto que esteja pela casa. Os ossinhos são grandes aliados nessa missão. Por serem resistentes e difíceis de desgastarem, o cachorro concentra toda a sua energia em um item só.

Quando escolhidos adequadamente, os ossos para cachorros são ótimas ferramentas de bem-estar e de saúde para o seu pet. A Petz possui diversas opções de ossos apropriados para o consumo animal.

Autor: Gear SEO

Referência usada:

http://revistameupet.uol.com.br/home/alimentacao/ossos-fazem-bem-aos-caes-saiba-quais-os-beneficios/3616/#

 

Com qual idade os cães já podem tomar banho?
Publicado em 17 de agosto de 2017

As opiniões em relação a quando dar o primeiro banho no filhote são diversas. O mais indicado, claro, é sempre pedir a opinião de um veterinário de confiança que vai poder falar sobre isso com muito mais propriedade.

De antemão, podemos dizer que as opiniões mais comuns indicam uma espera de 45 dias a 12 semanas para o primeiro banho. Há alguns motivos para não se precipitar nesse processo. Em primeiro lugar, o filhote muito novo ainda não consegue regular a temperatura de seu corpo e tem a imunidade mais baixa, ou seja, ele acabará passando muito frio ao ficar molhado e poderá ter complicações de saúde.

Há também teorias que defendem a importância de se manter o “cheirinho original de fábrica” do filhote para que a mãe possa reconhecê-lo durante o período de amamentação. Além do fator do tempo de vida, é bom considerar também a questão da vacinação. O ideal é que o primeiro banho seja dado somente após a aplicação da primeira dose da vacina múltipla (V8 ou V10).

Até lá, você pode fazer a higiene do filhote com uma esponja, pano ou lenço umedecido, apenas evitando utilizar produtos perfumados com os cãezinhos.

Quem foi Hachiko?
Publicado em 24 de julho de 2017

Com certeza você já deve ter visto ou ouvido falar do filme Sempre ao seu lado, que conta a história da amizade entre o cão Hachiko e o seu dono, o professor universitário Parker. Mas a verdadeira história é um pouco diferente da que é contada por esse filme.

Para começar, o professor Parker na realidade se chamava Eisaburo Ueno e ministrava aulas na Universidade de Tóquio. Por muitos anos, desejou ter um cachorro de estimação. E, incentivado por um dos seus alunos, ele de fato acabou adotando um cachorro e o nomeou Hachiko.

A partir daí, os dois se tornaram amigos inseparáveis. Tanto é que todos os dias Hachiko acompanhava o professor até a estação de trem Shibuya e lá ficava esperando o dono voltar à tarde. Tal rotina durou quase dois anos até que um dia Eisaburo Ueno não voltou mais. O professor havia sofrido um AVC durante uma reunião da universidade e acabou falecendo.

No entanto, Hachiko continuou esperando, o que perdurou por quase dez anos. Nesse meio tempo, funcionários do lugar e passageiros ficaram cuidando do cão até conseguirem encontrar novos donos para ele.

Posteriormente, Hachiko se tornou um símbolo nacional de lealdade, pois, mesmo tendo novos donos, ele nunca deixou de esperar por Ueno.

Cinomose: que doença é essa?
Publicado em 27 de junho de 2017

A cinomose é uma doença bastante grave causada pelo Vírus da Cinomose Canina (VCC) – o qual pode sobreviver no meio ambiente por bastante tempo caso as condições climáticas sejam favoráveis.

Altamente contagiosa, a doença acomete, principalmente, cães que estejam com o sistema imunológico mais fraco e/ou debilitado – cães filhotes e cães idosos são os mais afetados – e pode fazer um enorme estrago na saúde do animal, já que a enfermidade afeta os sistemas respiratório, gastrointestinal e, na fase mais severa, o nervoso. A transmissão da cinomose se dá pelo contato com cães infectados – por meio das secreções expelidas pelo animal, pelo ar contaminado, ou ainda pelo contato com os fômites, objetos que estiveram em contato com o portador do vírus.

Os sintomas da doença são muitos e já começam a aparecer mais ou menos uma semana após a contaminação ter se dado. Tais sintomas se iniciam pelo sistema respiratório e pelos olhos. Depois começam a aparecer os sintomas relacionados ao sistema gastrointestinal e, finalmente, os relacionados ao sistema nervoso. Como a chance de cura vai depender do nível de agressividade da doença, o melhor mesmo é prevenir e vacinar o cachorro.

Como saber se o cão está febril?
Publicado em 17 de junho de 2017

            Antes de mais nada, para que você não se assuste, vale lembrar que a temperatura corporal dos cães é um pouco mais elevada do que a dos humanos, girando em torno de 37,5 ºC a 39,5 ºC. Mas, se você estiver desconfiado de que o seu cachorro está com febre, existem algumas formas de se descobrir se o animal está realmente ou não febril. Vamos ver quais são elas.

            Com certeza a forma que vai nos dar a temperatura do animal com mais exatidão é a medição feita com o termômetro próprio para cães, que pode ser tanto o retal quanto o auricular.

            Agora, se você não dispõe de um termômetro no momento, é possível observar alguns sinais corporais que podem indicar se um cão está com febre. Além do velho e bom método de tocar o focinho – se este estiver quente e seco, pode ser sintoma de febre –, veja se o seu amigo também está apresentando olhos vermelhos, orelhas quentes, falta de energia, perda do apetite, tosse, vômito e tremores.

            Caso você tenha identificado febre em seu cachorro, é possível tomar medidas rápidas para diminuí-la. Aplicar uma toalha úmida e fria nas orelhas e nas patas do cão e fazê-lo beber muita água pode ajudar.

Autor: J

Campanha de sustentabilidade avança de Belo Horizonte para todo o Brasil
Publicado em 3 de junho de 2017

 Campanha converte postagens em árvores nativas. Você já ouviu falar nisso?

“Plante Uma Árvore na Serra do Gandarela” é nome da campanha, uma iniciativa de duas empresas de Belo Horizonte – MG, a Floricultura Ikebana Flores em parceria com o Coletivo Cirandar.

A causa está sendo divulgada desde janeiro de 2013, e, até então, mais de 600 árvores nativas foram plantadas na Serra do Gandarela em nome de vários parceiros.

A ideia é que todos que divulgarem a campanha, em seu site ou em blog, tenham uma árvore plantada em seu nome nessa Serra, que está sofrendo abusos devido ao monopólio da mineração. Sites como SOS Mata Atlântica, Rede Super de Televisão disseminaram um guest post sobre essa iniciativa.

 Por que a campanha elegeu a Serra do Gandarela para o cumprimento dos plantios?

Os plantios de árvores nativas ocorrem na Serra do Gandarela, na região de Rio Acima – MG, que fica cerca de 40 km de Belo Horizonte.

Gandarela possui lindas cachoeiras, entre elas Chica Dona, Vianna, Cachoeira do Índio e muito mais, todas muito conhecidas por praticantes de esportes de aventura de todo o Brasil. Além disso, a região está sendo degradada pela mineração, que devasta seu bioma de Mata Atlântica (avaliado como o segundo maior do Estado de Minas Gerais), assola a sua extensão de quadrilátero ferrífero (o maior do Brasil) e destrói bacias hidrográficas importantes para o Estado de Minas Gerais, como Rio São Francisco e o Alto Rio das Velhas, que abastece 60% da região metropolitana de Belo Horizonte.

Por isso, não podemos deixar que esse paraíso natural seja extinto por abusos do capitalismo desregrado. Plante Uma Árvore você também! A Associação Cão Viver em defesa dos animais está fazendo a sua parte e irá ganhar uma árvore nativa plantada em seu nome no próximo plantio. E você?

O último plantio da campanha foi realizado no dia 26 de novembro de 2016, na região de Rio Acima – MG, próximo à cachoeira do Mingu, uma área de aproximadamente 200 m² que abrange o Gandarela. A ação envolveu 18 voluntários que plantaram cerca de 150 mudas nativas do cerrado, de 15 a 60 cm, entre elas:

 Candeia, Ipê Branco, Ipê Crioulo, Ipê Amarelo, Mogno, Jacarandá, Sucupira, Aroeira, Peroba, Jequitibá, entre outras árvores adaptadas para margens de riachos, todas plantadas no bioma do cerrado, afastadas do leito das nascentes, para não descaracterizarem o bioma local.

Confiram as fotos do último plantio: https://www.facebook.com/ikebana.flores.5/media_set?set=a.1173192829423313.100001978225569&type=3 . Não é o máximo? Colabore você também! Espalhe essa causa.

 Além dos plantios, a Floricultura Ikebana Flores, que entrega lindos buquês de rosas há mais de 30 anos por Belo Horizonte e região, está doando mudas do cerrado. Quem se interessar, basta comparecer na Av. Getúlio Vargas, 1697 – Funcionários – 30.112-021, Belo Horizonte, Minas Gerais. Próximo à Savassi.

Acompanhe as fases do plantio – http://www.ikebanaflores.com.br/plante-uma-arvore

Autora:  Thais Alessandra do Coletivo Cirandar

Cinto de Segurança para Cachorro
Publicado em 24 de maio de 2017

Você é do tipo que gosta de levar seu cachorro para passear de carro? Legal. Eles adoram! Mas é claro, em se tratando de segurança no trânsito, todo cuidado é pouco. Quando nós, humanos, andamos de carro, sempre nos protegemos. Adultos com cinto de segurança, e crianças em cadeirinha. Por que com o cachorro seria diferente? Conheça o cinto de segurança canino.

Fonte: http://www.adorocaes.com.br/cinto-de-seguranca-para-cachorro

Dando banho seco em cachorro
Publicado em 10 de maio de 2017

Seu cachorro odeia tomar banho? Existe uma opção alternativa para mantê-lo limpo. É o banho seco.

Como funciona?

Você vai precisar de um shampoo para lavagem a seco, uma toalha e uma escova para ajudar a remover o shampoo e as impurezas do corpo do cachorro.

Uma solução caseira é utilizar o bicarbonato. Ele é ótimo, pois, além de tirar a oleosidade dos pelos, é um bacterecida e tira o mau cheiro. Para utilizá-lo, inicie escovando os pelos do animal no sentido contrário. Então, polvilhe o bicarbonato pelo corpo do cão (exceto a cabeça) e deixe agir por cerca de 5 minutos. Depois retire o pó com uma toalha ou escova.

Também existe a mistura de água, vinagre e álcool. Essa opção é conhecida como banho de filhote, pois não é recomendado dar banho com água e shampoo num filhote de até 4 meses. Essa mistura é feita a partir da diluição de um pouco de vinagre e álcool na água. Então deve ser passada com algodão ou pano umedecido.

Mas o mais recomendado é o uso do shampoo especial para a lavagem a seco. Preferencialmente recomendado por um veterinário.

Também nunca use shampoos feitos para humanos nos cães. Eles contém substâncias que podem ser nocivas para o cachorro.

Mas, é claro, o banho tradicional com água e shampoo ainda é o melhor para retirar toda a sujeira. Opte pelo banho seco eventualmente, mas não sempre.

Fonte: http://www.adorocaes.com.br/como-dar-banho-seco-em-cachorro

VACINAÇÃO SOLIDÁRIA
Publicado em 24 de abril de 2017

A vacinação é a melhor forma de manter nossos cães saudáveis e de protegê-los de doenças infecciosas. Pensando no bem-estar dos pets e na manutenção da saúde do abrigo, a Cão Viver organiza anualmente uma ampla campanha de vacinação contra a “Tosse de Canis”. Para proteger todos os animais antes da chegada do inverno, época de maior proliferação da doença, a campanha de arrecadação deste ano começará nesta segunda (24/4).

A “Tosse de Canis” é uma doença infecciosa acometida por vírus e bactérias e pode causar uma série de problemas respiratórios nos animais infectados, colocando em risco suas vidas. A enfermidade possui esse nome justamente por sua fácil propagação em locais com grande aglomeração de animais. Alguns dos sintomas da doença são: tosse e espirros, secreção nasal e falta de apetite. Em caso de complicações, a doença pode causar febre, anorexia e dispneia.

Segundo a veterinária da Cão Viver, Camilla Jannuzzi Metzker, mesmo com as melhores condições, o acúmulo de animais em um espaço restrito, no inverno, período em que eles ficam mais tempo dentro das casinhas, coloca em risco principalmente a vida dos filhotes e de cães idosos. “O abrigo é um local de transição dos cães que foram resgatados, mas infelizmente muitos deles ficam aqui por um período de tempo um pouco mais extenso. Eles já passaram por muita coisa na rua, não precisam passar por mais esse risco de doenças se pudermos evitar”, afirma a especialista.

Visando a proteger todos os animais do abrigo, neste ano serão necessárias 100 vacinas para prevenir a epidemia da doença. A fim de tornar possível essa campanha, pedimos a solidariedade de todos os nossos colaboradores para alcançarmos a meta de R$1.4000 necessários para a compra de todos os medicamentos.

Você pode colaborar com qualquer quantia por meio de depósito bancário nas agências do Bradesco e do Itaú, ou pode contribuir utilizando boleto bancário e/ou cartão de crédito (dados bancários a baixo). Faça sua parte! O apoio de todos é essencial para o sucesso da campanha!

Dados Bancários para doações:

Opção 1: Depósito Bancário
Banco: Bradesco 237
Titular: Associação Cão Viver
Conta: 28975-2
Agência: 2485
CNPJ: 05.907.661/0001-19

Opção 2: Depósito Bancário
Banco: Itáu 341
Titular: Associação Cão Viver
Conta: 71148-8
Agência: 6505
CNPJ: 05.907.661/0001-19

Opção 3: Paypal
Titular: Associação Cão Viver
E-mail: caoviver@yahoo.com.br
CNPJ: 05.907.661/0001-19

Opção 4: PagSeguro
Titular: Associação Cão Viver
E-mail: caoviver@yahoo.com.br
CNPJ: 05.907.661/0001-19

Doe
Cuidar é um ato de amor! A Cão Viver é uma instituição particular e, assim sendo, não recebe nenhum recurso público. Sobrevivemos da cobrança de serviços veterinários prestados e de doações recebidas. Se você tem interesse em contribuir com a nossa causa, ou apadrinhar um de nossos animaizinhos, preencha nosso formulário de doação: http://www.caoviver.com.br/formulario-de-doacao/

Autor: Coolmeia

Melancia é saudável para cachorro?
Publicado em 12 de abril de 2017

Se têm uma fruta que muita gente gosta é melancia.

Aí você está comendo o seu delicioso pedaço de melancia e de repente o seu cachorro fica lá com aquela cara de quem tá louco por pedacinho. Surge então a dúvida. Será que posso dar um pouco pra ele?

Sim, o cachorro pode comer melancia. Porém, é necessário tirar as sementes pois são de difícil digestão e podem causar obstrução intestinal além de desconforto gastrointestinal no animal.

A melancia é muito saudável. Baixa em calorias e rica em fibras e vitaminas, é benéfica para a saúde do cão. É também uma excelente fonte de hidratação pois é composta essencialmente de água. No verão, em especial, é uma excelente pedida.

Também não contém gordura e colesterol, o que ajuda no caso de um cão que esteja fazendo dieta.

Porém, obviamente não exagere e também não a trate como substituto da ração. A melancia deve ser considerada como apenas como um lanche ou petisco ocasional.

De resto, pode convidar o seu cão com um pedacinho quando estiver comendo. Ele vai curtir muito e vai fazer bem pra ele!

Autor: Jota

Por que cães estão sendo mais abandonados do que antes?
Publicado em 17 de março de 2017

Apesar de tantas campanhas de adoção, vacinação, castração e contra maus tratos, diversos órgãos e abrigos, pelo mundo, estão reportando um aumento drástico de resgate e de donos abrindo mão de seus cachorros.

Os motivos são muitos: o dono original faleceu, a família não dá conta, o cachorro dá muito trabalho… e também jovens se entediam com seus cachorros miniaturas, comprados como acessórios de moda para imitar celebridades como Paris Hilton.

Como resultado, os abrigos, canis e associações de ajuda aos animais estão enchendo, com problemas de superlotação e também com gastos. Afinal, os animais estão chegando cada vez com mais problemas de saúde.

Criadouros de cães estão cada vez mais comum, e cada vez mais duvidosos. Não seguem qualquer lei ou prática de higiene, de tratamento adequado com os cães, além de venderem pela internet, nas redes sociais e sites como Mercado Livre. Muitas pessoas estão comprando animais pela internet por impulso, como se fossem sapatos. E, da mesma forma que ocorre com objetos, acabam se entediando, se cansando da compra ou mesmo se arrependendo dela.

Porém, não há trocas ou devoluções com animais. Eles acabam indo para a rua, e muitas vezes são abandonados por estarem com problemas. Esses problemas podem ser crônicos, pela criação feita de forma clandestina, mas também podem ser pela falta de informação e descaso dos donos. Quando os problemas ficam graves, é comum que eles levem aos abrigos – mais comum ainda, infelizmente, é largarem nas ruas ou mesmo em lixeiras. Assim não precisam lidar com o gasto e o trabalho que é cuidar de um cãozinho doente.

Os criadores de cachorros também descartam os cachorros que não têm mais uso para os cruzamentos que lhes dão lucro, e são abandonados na rua com muitos problemas.

É muito importante que qualquer pessoa que queira um cão se informe bem. Você já teve cães antes? Sabe como é? Tem as condições necessárias? Vai ter tempo para dedicar à higiene, passeios e cuidados do cachorro? Vai conseguir brincar e dar o carinho que um canino precisa?

É preciso que todo mundo pesquise bem e entenda o que virá. Ver fotos de celebridades, vídeos de amigos nas redes sociais e em propagandas pode dar a ilusão de que um cachorro é só brincadeira e carinho. Não se mostra a preocupação com vacinas, as enfermidades que virão (especialmente com raças da moda, que trazem problemas crônicos trabalhosos e sérios que afetam muito a qualidade de vida do cão), os deveres, o trabalho para educar, problemas com agressividade e tudo o que pertence ao universo dos cachorros – e de seus donos.

Pense bem antes de comprar um cachorro, e sugira o mesmo para qualquer um que conheça. É essencial ter a noção do que significa se comprometer em ter um cachorro. Outra sugestão é visitar feiras de adoção, abrigos e canis de resgate. Os cachorros continuarão a ser vendidos e comprados como objetos para, depois, serem abandonados. Ao mesmo tempo, muito menos pessoas adotam, e o problema vai virando uma bola de neve. Em vez de comprar, por que não adotar um cãozinho? Você conseguirá encontrar até cães da raça que deseja. Experimente! Com a adoção, todos saem ganhando.

Autora: Vânia Oliveira

Cão feliz ao ver o dono
Publicado em 2 de fevereiro de 2017

Se você tem um cachorro, já deve ter passado por isso. Você chega em casa e ele vem correndo para você fazendo festa, pulando de alegria como se fizesse anos que não ve você. Mas por que isso acontece?

Em parte, vem da ancestralidade dos cães. Os ancestrais dos cães, os lobos, apresentam um comportamento de saudação fantástico ao se abaixarem e lamberem uns aos outros.

Também há quem diga que o motivo dessa alegria toda é por considerarem seus donos como sua família e, portanto, sentem prazer ao nos verem.

Estudos mostram que os cães realmente amam os humanos próximos, não estando apenas interessados no alimento que fornecemos. Para eles, não é normal um membro da família deixar o grupo e, por isso, festejam com intensidade nosso retorno.

Mais do que isso, os cães, assim como os humanos, possuem emoções e, portanto, demonstram sentimentos, como afeto e tristeza.

Agora, quem tem um cão sabe que não é preciso de estudos para ver o amor e a felicidade deles quando veem o dono. É só chegar em casa, ser recebido com a sua alegria, fazer a festa com o seu companheiro e curtir muito a companhia dele!

Fonte: http://www.adorocaes.com.br/cachorro-feliz-com-a-chegada-do-dono

Autor: Jota

O que fazer quando minha cachorra ganha filhotes?
Publicado em 17 de janeiro de 2017

Sua cachorrinha está com filhotinhos recém nascidos e agora você não sabe o que fazer para cuidar deles? Veja aqui algumas dicas.

  • Para começar busque mantê-los perto da mamãe. Isso é o mais importante nesse momento. A natureza é sábia e a mamãe saberá como cuidá-los.
  • Mantenha-os num ambiente com temperatura agradável. Fazer um ninho forrando uma caixa com jornal e toalha irá ajudar a mantê-los aquecidos.
  • Nas primeiras semanas os filhotes devem se alimentar exclusivamente por amamentação. Só após a quarta semana você poderá ajudar a introduzir alimentos sólidos. Pode começar fazendo uma papinha com grãos de ração molhados em água morna e substituto de leite canino.
  • Acompanhe o peso para garantir que estejam crescendo adequadamente.
  • Se a mamãe não produzir leite suficiente oferece um substituto de leite canino encontrado em lojas especializadas.
  • Após as duas primeiras semanas de vida já procure o veterinário para programar o inicio da desverminação e vacinação.

Fonte: http://www.caesmania.com.br/como-cuidar-filhotes-de-cachorro-recem-nascidos

Entendendo os motivos para o cachorro uivar
Publicado em 16 de dezembro de 2016

O seu cachorro é daqueles que quando você menos espera está uivando? Esse é um comportamento bastante comum no mundo canino. Entenda aqui porque isso acontece:

  • Atenção – descendentes dos lobos, os cães às vezes uivam para chamar a atenção para algo que considerem uma ameaça. Isso pode ser, por exemplo, quando vêem uma pessoa diferente.
  • Namorar – cachorros machos também uivam quando próximos de uma cachorra que está no cio. É uma forma de atrair atenção para si.
  • Cantar – Acha que é só os humanos que cantam? Então você nunca viu um daqueles vídeos que têm um cachorro uivando ao escutar música!
  • Território – demarcar território é também uma das utilidades do uivo. Assim como os lobos, os cães também utilizam o uivo para mostrar que aquela área é deles.
  • Aborrecimento – cães entediados podem usar o uivo simplesmente como um válvula de escape para falta de atividade mais interessante. Passear com o cachorro nesses casos pode ajudar bastante.
  • Questão física – pode ser que o seu cão esteja tendo algum desconforto físico e está utilizando o uivo para comunicar essa situação.

Fonte: http://www.caesmania.com.br.

Você sabia que não podem lhe proibir de ter cachorro em prédio?
Publicado em 10 de setembro de 2016

Muito menos de passear com ele pelas áreas comuns ou pegar elevador. Saiba quais seus direitos e deferes para poder defender melhor o seu amiguinho.

A cada dia que se passa mais e mais pessoas se rendem aos encantos dos bichinhos de estimação que tanto trazem amor, alegria e até qualidade para nossas vidas.

Mas nem todo mundo mora em uma casa grande, com um gramado enorme, ampla área de lazer e todas as outras coisas que vemos comumente nos cinemas. Alguns de nós – que amam animais – simplesmente moramos em apartamentos. E é aí que começam as dúvidas.

Via de regra ninguém é obrigado a gostar de cães, gatos e companhia. Assim como ninguém é obrigado a tolerar a falta de educação de crianças sem boa criação, de vizinhos que pensam apenas em si mesmos ou gostos musicais que dividem um andar com você. Morar em prédio, antes de qualquer coisa, exige que se respeite o direito do outro.

Nesse cenário – onde cada vez mais pessoas adotam um bichinho como parte da família ao mesmo tempo que casas são trocadas por apartamentos por conta das vantagens (como segurança) – muitas dúvidas surgem e discussões entre condôminos podem acontecer.

Mas, afinal, condomínios podem proibir animais?

Obviamente não. Ter um animal é parte do seu ‘direito de propriedade’ e nenhum síndico ou mesmo proprietário de casa ou apartamento pode interferir nas coisas que você pode ter (desde que, obviamente, não seja nada ilegal). Dizer que você “não pode ter um cachorro” ou que “tem que escolher entre o gato ou o coelho” é como lhe proibir de ter um sofá.

Tentando embasar argumentos fúteis, algumas pessoas citam o estatuto do condomínio, afirmando que as regras proíbem animais. Pois bem, tal estatuto é insignificante quando comparado à Constituição Federal (Art. 5º, XXII e Art. 170, II) e ao Código Civil, que lhe garantem o direito à propriedade.

É importante também lembrar que se um animal mora em um condomínio há mais de cinco anos e jamais causou problemas, nenhuma convenção de moradores poderá criar regras que o impeçam de continuar a vida que sempre teve simplesmente porque esse – mesmo que votada a proibição de sua permanência em área comum – usufrui de um direito adquirido.

Os vizinhos, caso discordem, precisarão entrar na Justiça e apenas um juiz poderá determinar a remoção do animal. Porém, é importante mencionar, a maioria dos casos tem resultados favoráveis à permanência dos pets em suas vidinhas rotineiras.

E isso independe o tamanho do animal: pode ser pequeno, médio ou grande.

Claro que, em contrapartida, é extremamente necessário que o responsável pelo bichinho garanta que ele não cause transtorno a outros moradores e nem suje as áreas comuns do prédio. Se, por exemplo, ele for agressivo e representar um risco para a vizinhança então a possibilidade de um juiz ordenar a mudança do animal é grande.

Outro ponto importante a citar é que cães dóceis não são obrigados a usar focinheira porque isso agride a dignidade do animal e pode configurar crueldade (Art. 32 da Lei Nº 9.605/98 e art. 3º, I do Decreto Nº 24.645/34).

Outro ponto importante é salientar que o Artigo 5º da Constituição – ao abordar o direito de ir e vir – deixa a utilização do elevador pelo animal (desde que acompanhando pelo dono e esteja com uma guia curta que proteja terceiros dele) livre. Obrigar alguém a usar as escadas por conta de um pet é constrangimento ilegal (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40) e maus-tratos (Art. 32 da Lei Nº 9.605/98 e art. 3º, I do Decreto Nº 24.645/34).

Da mesma forma nenhum condomínio pode obrigar o dono a levar seu bichinho no colo incorrendo, mais uma vez, em crime de constrangimento (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40).

É também garantido pelo Artigo 5° da Constituição Federal que, desde que não apresente riscos à saúde, sossego e segurança dos moradores, o animal pode transitar normalmente pelas áreas comuns do prédio desde que suas fezes sejam recolhidas (Art. 10 da Lei Nº 4.591/64, Art. 1.336, IV da Lei Nº 10.406/02, Art. 32 da Lei Nº 9.605/98 e Art. 3º, II do Decreto Nº 24.645/34).

Também é importante os donos providenciarem para que seus animais não incomodem os vizinhos com ruídos e não dificulte a vida dos demais moradores (Art. 42, IV do Decreto-Lei Nº 3.688/41).

É absolutamente ridículo como algumas pessoas acham que podem decidir o que você pode ou não fazer e usando de falácias maliciosas tentam lhe fazer abrir mão de direitos constitucionais. Você pode ter dois cachorros, um gato e cinco periquitos no seu imóvel: não atrapalhando ninguém, é um direito que lhe assiste. Nunca permita que digam o contrário.

Em caso de ameaças contra o animal, envenenamento ou proibições ilegais, a vítima deve imediatamente procurar a Polícia Civil e lavrar um boletim de ocorrência sobre o caso por configurar constrangimento ilegal (Art. 146 do Decreto-lei Nº 2.848/40) ou até ameaça (Art. 147 do Decreto-lei Nº 2.848/40).

E, obviamente, se o proprietário do bichinho tiver mais de 65 anos qualquer um desses crimes se torna ainda mais grave porque incorre em desrespeito ao Estatuto do Idoso.

Então se você tem um animalzinho bem comportado, não há nenhuma razão para se preocupar: você tem direitos adquiridos e de propriedade. Se você for constrangido, deve denunciar. E se for idoso, a situação piora ainda mais. Mesmo assim nunca se esqueça: é sua obrigação manter seu amigo na coleira, recolher seus dejetos e respeitar seus vizinhos.

E assim todos podem continuar vivendo felizes.

Fonte: http://www.blumenews.com.br/n/comunidade/geral/4700/voce-sabia-que-nao-podem-lhe-proibir-de-ter-cachorro-em-predio

Problemas oculares nos cachorros: saiba quando levá-los à clínica veterinária
Publicado em 3 de setembro de 2016

Os olhos dos animais de estimação podem sofrer com doenças parecidas com as nossas, e só na clínica veterinária o diagnóstico pode ser feito

Depois do olfato e da audição, a visão é o sentido mais importante dos nossos cachorros, e, embora eles sejam capazes de enxergar menos cores e menos detalhes do que nós humanos, o conjunto de sensações estabeleceu uma relação milenar de amizade incondicional com os homens. É por conta dessas limitações e dos laços de união que os cães precisam de cuidados especiais para os olhos não adoecerem.

Todos os cães podem apresentar problemas nos olhos, até mesmo o saudável vira-lata, mas algumas raças são mais propensas do que outras, como Sharpei, Pug, Poodle, Beagle e Rottweiler. Animais de pelos claros também podem sofrer com manchas na região, causadas por secreções que grudam na pele e a tornam escurecida, embora isso não seja um problema de saúde, apenas de beleza.

Assim como você, quando o seu pet se levanta pela manhã, é comum que ele tenha um pouco de remela de cor amarela no canto dos olhos. Essa presença é comum, mas, se houver mais secreção que o normal, somada a sintomas como vermelhidão e dificuldade de andar sem esbarrar nos móveis, nas paredes e nos objetos, você vai precisar procurar a clínica veterinária para saber o que está acontecendo com ele.

OLHOS EM ORDEM COM DEDICAÇÃO DIÁRIA E VISITAS À CLÍNICA VETERINÁRIA

As doenças que acometem os olhos dos pets são semelhantes aos problemas que podem atingir os homens, bem como os cuidados necessários para evitá-los. Para isso, você precisa limpar todos os dias essa região com uma gaze ou um algodão com água morna ou soro fisiológico até amolecer e retirar as secreções, com atenção para não deixar entrar nenhum fiapo de material que possa irritar os olhos do animal. Se for necessário, prenda os pelos mais longos no topo da cabeça do seu cão com um elástico para que eles não atrapalhem a higienização correta.

Os cuidados com essa área sensível também são necessários na hora do banho, seja em casa ou no Pet Shop: os olhos do seu bichinho precisam estar protegidos com pomadas específicas para a área, indicadas por veterinários, e o shampoo usado para a cabeça não pode causar irritações e vermelhidão. Se a opção for por levar o animal ao banho e tosa, procure conversar com os funcionários para saber como tudo é feito e demonstre a sua preocupação.

No entanto, a atitude mais importante para que o seu pet não sofra com doenças nos olhos é fazer o check-up regularmente com um oftalmologista canino, que pode avaliar as fragilidades da raça, histórico familiar e fatores ambientais. Se vocês tiverem que encarar uma situação dessas, é preciso seguir o tratamento à risca e abolir os métodos caseiros, para que as chances de cura sejam efetivas ou para que a qualidade de vida seja mantida.

Agora que você já sabe como prevenir as doenças caninas que podem atingir o seu animal de estimação, conheça os sintomas de cada uma:

CONJUTIVITE

Se o seu cão está com o olho avermelhado, ele pode ter sido infectado por bactérias ou por vírus causadores da conjuntivite, que entraram em contato com essa região do corpo por meio da poluição do ar ou devido a ações climáticas. Além desse sintoma, a conjuntivite nos cachorros pode ter inchaço nos olhos, pálpebras superiores inflamadas, secreção de cor amarela ou esverdeada, lacrimejamento e irritação frequente. O tratamento é simples, com limpeza com soro fisiológico e a aplicação de colírios prescritos pelo veterinário diariamente. Se a doença estiver muito avançada, o médico também pode recomendar antibióticos. A doença não é contagiosa, e, se você possuir outros animais em casa, eles podem manter contato, desde nenhum deles toquem nos olhos do cão com conjuntivite.  Se for necessário, use um cone de pescoço.

CATARATA

A catarata é o principal motivo de cegueira nos cachorros, e, por isso, merece atenção especial! As origens são variadas, podendo ser genética, diabética, traumática ou secundária à degeneração da retina. Essa doença torna o cristalino opaco por causa da morte das células e forma uma mancha de cor esbranquiçada no centro do olho do seu cão, bloqueando a passagem de luz e a visão. Se o seu pet for diagnosticado com essa doença, ele vai precisar passar por uma cirurgia e colocar uma prótese que substitui o tecido natural dos olhos. A catarata pode se manifestar ao nascer, na juventude e na velhice, principalmente nos animais de pequeno e grande porte, e, se esse for o caso do seu cão, você deve optar pela castração para que a doença não se espalhe para os filhotes.

GLAUCOMA

A doença é grave e pode cegar se não receber os devidos cuidados. Ela acontece quando há um aumento da pressão sanguínea dentro dos olhos, o que acaba afetando o nervo e a retina do bichinho, principalmente quando ele começa a envelhecer. Geralmente, os donos só percebem o problema quando o cachorro vai ficando com os olhos turvos e esbranquiçados, as pupilas dilatadas e dificuldade de enxergar, mas, quando descoberta no início, pode ser revertida com uma drenagem. Na clínica veterinária, o especialista vai precisar fazer uma análise da pressão intraocular e um exame de fundo do olho para confirmar o diagnóstico e receitar colírios, que devem ser usados regularmente por toda a vida do seu pet.

Autora: Bruna Pelegrini – Vet Quality

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